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  1. Polícia

    Operação contra apostas ilegais mira o RN; Justiça manda bloquear até R$ 3,48 bilhões

    Ação da Polícia Civil do DF cumpre 50 mandados em seis unidades da federação. Segundo a investigação, o esquema movimentou R$ 739 milhões só em transferências via Pix.

    Grécio Freitas2 min de leitura
    Operação contra apostas ilegais mira o RN; Justiça manda bloquear até R$ 3,48 bilhões

    O Rio Grande do Norte está entre os alvos da Operação Azzardo, deflagrada na manhã desta quinta-feira (5) pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) contra um esquema bilionário de apostas clandestinas e lavagem de dinheiro. A Justiça determinou o bloqueio de até R$ 3,48 bilhões dos investigados. As informações foram publicadas pelo Blog do BG, com base em reportagem do Metrópoles.

    Cerca de 200 policiais civis participam da ação, que cumpre 50 mandados de busca e apreensão. São 24 no Distrito Federal e outros 26 distribuídos entre Rio Grande do Norte, São Paulo, Goiás, Paraná e Ceará.

    De acordo com as investigações, o grupo usava plataformas de apostas sem autorização federal para movimentar grandes quantias de dinheiro. Somente em transferências via Pix, o esquema movimentou R$ 739 milhões.

    A apuração começou há cinco meses, a partir de informações enviadas pela Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda. Os policiais identificaram dezenas de empresas de fachada usadas para receber e redistribuir os recursos, inclusive com conversão em criptomoedas para dificultar o rastreamento.

    Uma fintech sediada em São Paulo e autorizada pelo Banco Central também entrou na mira da operação. Segundo a investigação, a instituição e empresas do mesmo grupo movimentaram cerca de R$ 1 bilhão, incluindo transações relacionadas a casas de apostas não autorizadas.

    Além do bloqueio de valores, a Justiça determinou a suspensão dos registros de 100 empresas e a quebra dos sigilos bancário e fiscal de 82 pessoas físicas e 83 pessoas jurídicas.

    Os investigados poderão responder por crimes cujas penas somadas podem chegar a 33 anos de prisão.

    • #apostas ilegais
    • #bets
    • #fintech
    • #Polícia Civil
    • #Rio Grande do Norte

    Fonte: Blog do BG

  2. Polícia

    Jovem morre baleado ao tentar impedir assalto em Natal; mãe dele é esfaqueada

    Mulher suspeita de participar do roubo a um mercadinho no Lagoa Azul foi agredida por moradores, e o homem suspeito de participar do assalto foi encontrado por policiais em uma casa da Zona Norte.

    Grécio Freitas2 min de leitura
    Jovem morre baleado ao tentar impedir assalto em Natal; mãe dele é esfaqueada
    Imagem via Agora RN

    William Gomes da Silva, de 21 anos, morreu baleado ao tentar impedir um assalto a um mercadinho no bairro Lagoa Azul, na Zona Norte de Natal. Segundo o Agora RN, o crime aconteceu por volta das 19h desta quarta-feira (4). Uma mulher suspeita de participar do roubo foi agredida por populares e recebeu socorro depois da intervenção da polícia.

    De acordo com relatos de moradores, um homem e uma mulher entraram no estabelecimento e levaram queijo, mortadela e frango. William teria tentado ajudar o responsável pelo comércio e entrado em luta corporal com o suspeito, que atirou. O jovem morreu na calçada, em frente ao mercadinho.

    A mãe dele, Valdemice Bezerra da Silva, também ficou ferida. Ela foi esfaqueada no braço durante a ocorrência, levou pontos e voltou do hospital na manhã desta quinta-feira (5). Abalada, contou que correu ao ouvir que o filho tinha sido atingido. "Eu disse: meu filho, meu filho, meu filho", relatou. Questionada sobre o momento em que foi esfaqueada, disse não se lembrar.

    Depois do disparo, o homem suspeito de participar do assalto fugiu por imóveis da vizinhança, passando por muros e telhados. Conforme os relatos, policiais o encontraram dentro de uma residência, e ele foi conduzido pelos agentes. A mulher foi alcançada e agredida por moradores antes da chegada dos policiais. Ela foi socorrida, mas o estado de saúde dela não foi confirmado.

    William deixa uma filha de 3 meses. Segundo familiares, ele trabalhava com montagem de móveis e também fazia serviços ocasionais para garantir renda. A avó, que participou da criação do neto, lamentou a morte. "Ele nunca saiu de perto de mim", afirmou. "Ele sempre foi um trabalhador."

    Moradores descrevem o jovem como alguém conhecido por ajudar a comunidade. Ele fazia entregas, limpava quintais e prestava outros pequenos serviços. Uma moradora contou que ele já tinha combinado a pintura da casa de uma mulher da região e que costumava ajudar no mercadinho, embora não fosse funcionário do estabelecimento.

    Maria do Socorro, que mora perto do local, ouviu o disparo. Ao sair de casa, viu pessoas correndo pela rua. Assustada com a movimentação, voltou para dentro e fechou a porta.

    As circunstâncias do roubo, a participação de cada suspeito e a dinâmica dos ferimentos ainda precisam ser esclarecidas pela investigação.

    • #assalto
    • #Natal
    • #Rio Grande do Norte
    • #segurança pública
    • #violência

    Fonte: Agora RN

  3. Saúde

    Pioneiros da ciência da felicidade apontam relacionamentos como eixo de uma vida feliz

    Em discussão publicada no Journal of Happiness Studies, nomes como Richard Layard, Sonja Lyubomirsky e Martin Seligman chegam a uma recomendação: invista nas pessoas ao seu redor.

    Grécio Freitas4 min de leitura
    Pioneiros da ciência da felicidade apontam relacionamentos como eixo de uma vida feliz
    Imagem via Superinteressante

    Alguns dos nomes mais influentes da pesquisa sobre felicidade se reuniram para discutir o que aprenderam ao longo da carreira, e os relacionamentos sociais apareceram como o eixo central de uma vida feliz em quase todos os temas debatidos. O resultado foi publicado no Journal of Happiness Studies.

    A discussão é relatada em artigo de Lara B. Aknin, professora titular de Psicologia Social na Universidade Simon Fraser, no Canadá, escrito com Kelsey O'Connor e Säde Stenlund. O texto saiu originalmente no site The Conversation e foi republicado pela Superinteressante.

    O encontro, organizado pelos autores no início do ano, reuniu pioneiros como Richard Layard, Sonja Lyubomirsky e Martin Seligman, que somam 600 anos de pesquisa e experiência profissional. Segundo os autores, esses pesquisadores transformaram a felicidade em objeto de ciência séria e, como resultado desse trabalho, 90% dos países membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) hoje medem a satisfação com a vida. Muitos deles permaneceram ativos até os 80 e 90 anos, ainda escrevendo, dando aulas e orientando alunos.

    O grupo apontou vários temas centrais para a felicidade: ter as necessidades básicas atendidas, manter relacionamentos, ter um trabalho com significado e viver de acordo com os próprios valores e circunstâncias. Olhando para o futuro, os participantes se mostraram preocupados com as desigualdades e com o declínio do bem-estar entre os jovens.

    O tema que mais voltou à conversa, porém, foi a importância das relações com outras pessoas. Os autores contam que já esperavam isso, porque os relacionamentos afetam todas as áreas da vida, amplificam os bons momentos, atenuam os ruins e são considerados uma necessidade psicológica básica. E não apenas nos países ocidentais: ter "alguém com quem contar" é um indicador de satisfação com a vida no mundo todo. O que surpreendeu foi a frequência com que o assunto apareceu, em discussões sobre significado, trabalho, competição, cultura, moralidade, tecnologia e longevidade.

    Na vida pessoal, vários desses pesquisadores reservavam tempo de propósito para cônjuges, parentes, amigos ou netos. Um deles reorganizou a agenda para dedicar mais tempo às amizades íntimas. Outro, convencido por estudos de intervenção, passou a escrever mais mensagens de gratidão, a se comportar de forma mais sociável e a trocar conversas superficiais por diálogos mais profundos.

    Para o grupo, o envolvimento social não é um luxo reservado aos extrovertidos ou aos socialmente privilegiados, mas uma habilidade que qualquer pessoa pode cultivar. Muitas vezes, a conexão começa com gestos simples: demonstrar interesse, estender a mão e estar presente.

    A vida profissional dos pioneiros mostrava o mesmo padrão. Muitos criaram laboratórios, departamentos e colaborações em que alunos e colegas se sentiam confiantes, apoiados e motivados. Eles perceberam que as pessoas trabalhavam melhor quando recebiam ajuda para se desenvolver e quando também ajudavam os outros. Na experiência deles, o sucesso e a felicidade alheios somavam-se aos próprios, em vez de diminuí-los.

    A conversa também tocou na longevidade incomum dos participantes. Os pesquisadores não concordaram explicitamente que seus estudos tenham prolongado suas vidas, nem que alguma prática isolada explique sua vitalidade. Ainda assim, segundo os autores, as prioridades deles ecoam um amplo conjunto de pesquisas que associam relações próximas a um envelhecimento mais saudável e feliz, entre elas o Estudo de Harvard sobre Desenvolvimento na Idade Adulta. O artigo levanta a possibilidade de que estudar a felicidade tenha ensinado esses cientistas a investir justamente nos laços que os mantêm engajados na vida.

    Quando o debate passou dos indivíduos para a sociedade, o tom ficou mais preocupado. Vários participantes atribuíram o declínio do bem-estar dos jovens a culturas cada vez mais competitivas: escolas classificam os alunos em comparação com os colegas, universidades e locais de trabalho transformam colegas em rivais, e a comparação material faz o ganho de outra pessoa parecer uma perda pessoal. Nesse cenário, até jovens talentosos podem viver os estudos como um esforço para sobreviver, e não como descoberta e companheirismo.

    O grupo reconhece que a competição faz parte da vida humana e pode, às vezes, estimular a inovação, mas questiona a ideia de que a rivalidade egoísta seja a chave do progresso, já que os seres humanos também prosperam pela cooperação, pela aprendizagem social e pelo cuidado mútuo. Para os pesquisadores, comunidades organizadas em torno de um senso mais forte de "nós" estão em melhor posição para prosperar do que aquelas presas à mentalidade de "nós contra eles".

    A lição, segundo eles, é que a felicidade de um não é a infelicidade do outro: o bem-estar de cada pessoa pode fortalecer o dos demais. Depois de centenas de anos de pesquisa somados, a percepção mais convincente dos pioneiros foi simples: invista nas pessoas ao seu redor.

    • #bem-estar
    • #felicidade
    • #longevidade
    • #psicologia
    • #Relacionamentos

    Fonte: Superinteressante

  4. Internacional

    Ameaças de bomba atingem 12 voos comerciais na Europa

    Um dos casos envolve um Airbus A320 com 151 passageiros e seis tripulantes a bordo; ninguém se feriu, segundo o Metrópoles.

    Grécio Freitas1 min de leitura
    Ameaças de bomba atingem 12 voos comerciais na Europa
    Imagem via Metrópoles

    Doze voos comerciais na Europa foram alvo de ameaças de bomba, segundo o Metrópoles.

    Entre os casos está o de um Airbus A320 com 151 passageiros e seis tripulantes a bordo. Ninguém se feriu, e todos foram encaminhados para um local seguro.

    • #ameaças de bomba
    • #aviação
    • #Europa
    • #voos comerciais

    Fonte: Metrópoles

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