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  1. Inteligência Artificial

    Teste com oito IAs em atendimento põe GPT-5.4 mini à frente; nano sai mais barato

    Em artigo no Startups, o CEO da Tech for Humans, Fernando Wolff, defende escolher o modelo pelo custo por tarefa resolvida, pelo uso correto de ferramentas e pelo limite de alucinação, e não por rankings.

    Grécio Freitas4 min de leitura
    Teste com oito IAs em atendimento põe GPT-5.4 mini à frente; nano sai mais barato
    Imagem via Startups

    Fernando Wolff, CEO e cofundador da Tech for Humans, afirma que as empresas talvez façam a pergunta errada quando querem saber qual é o melhor modelo de inteligência artificial. Em artigo publicado no Startups, ele apresenta um teste com oito modelos de linguagem aplicados a fluxos de atendimento ao cliente. Para Wolff, o resultado mostra que a escolha depende da operação, e não apenas do desempenho de cada modelo em rankings e benchmarks.

    De acordo com o autor, todos os modelos foram avaliados em condições equivalentes, com os mesmos fluxos de atendimento e os mesmos critérios. A avaliação considerou a qualidade das respostas, a capacidade de escolher e usar corretamente as ferramentas, a conclusão das tarefas propostas e o controle de alucinações, além de métricas operacionais como custo e latência. O desempenho foi resumido em dois indicadores: o Score Final, que consolida os critérios definidos, e o Pass Rate, que representa a proporção de execuções aprovadas.

    O GPT-5.4 mini teve o melhor desempenho geral, com Score Final de 86,4% e Pass Rate de 92,5%. O GPT-5.4 nano chegou a 73,3% de Pass Rate, mas teve o menor custo e a menor latência entre os candidatos. Na estimativa apresentada no artigo, uma sessão com o mini custou cerca de US$ 0,093, enquanto o nano ficou em US$ 0,017, uma diferença de mais de cinco vezes.

    Wolff usa essa diferença para defender que a resposta muda conforme o cenário. Quando uma falha pode gerar retrabalho ou comprometer uma etapa importante da experiência do cliente, pagar mais por uma taxa de resolução maior pode fazer sentido. Já em aplicações de alto volume, em que custo e velocidade são determinantes, um modelo mais enxuto pode ser mais adequado. Nas palavras dele, "melhor" não é uma característica absoluta de um modelo, mas "uma relação entre o modelo e a tarefa que ele precisa executar".

    O executivo também critica o hábito de limitar o debate sobre custo ao preço por token. Segundo ele, agentes de IA não apenas geram texto: interpretam contexto, tomam decisões, acionam ferramentas e avançam por diferentes etapas até concluir uma tarefa. Por isso, um modelo barato por chamada pode sair caro por resolução se falhar com mais frequência ou exigir mais ciclos para terminar o trabalho. A métrica que interessa ao negócio, defende Wolff, é quanto custa resolver uma tarefa.

    Outro ponto do artigo é a diferença entre responder e executar. Em um atendimento, o agente pode precisar consultar uma base, registrar uma ocorrência ou encaminhar uma solicitação, e uma resposta bem escrita não compensa a escolha da ferramenta errada. Nos testes, a escolha incorreta de ferramentas apareceu como um dos principais motivos de falha, e os modelos se comportaram de formas distintas justamente quando precisavam decidir qual ação executar.

    A segurança é a terceira dimensão apontada pelo autor. Alguns modelos tiveram Score Final acima de 79% e Pass Rate competitivo, mas foram reprovados por ultrapassar o limite de alucinação definido na avaliação. Para Wolff, critérios desse tipo não deveriam ser compensados por uma boa média, maior velocidade ou menor custo. Em aplicações críticas, diz ele, a segurança precisa funcionar como um filtro.

    O CEO reconhece que os benchmarks públicos continuam úteis para comparar capacidades gerais e fazer uma primeira seleção. A decisão final, porém, deveria ser tomada diante do problema que a empresa quer resolver, medindo taxa de conclusão, uso correto de ferramentas, custo por resolução, latência, intervenção humana e taxa de erro, e medindo mais de uma vez. Segundo ele, como modelos de linguagem são probabilísticos, uma única execução não necessariamente representa seu comportamento: na avaliação, alguns alternaram entre aprovação e reprovação em rodadas diferentes, enquanto outros mostraram padrões de falha mais consistentes.

    Para Wolff, a avaliação de IA tende a deixar de ser um teste pontual e se tornar um processo contínuo. A pergunta mais importante, escreve, passa a ser qual IA é boa o suficiente para cada tarefa, dentro do custo que o negócio suporta e do risco que está disposto a assumir, e como provar isso antes de colocá-la em produção.

    • #agentes de IA
    • #atendimento ao cliente
    • #inteligência artificial
    • #modelos de linguagem
    • #Segurança da IA

    Fonte: Startups

  2. Rio Grande do Norte

    Passageira de 52 anos morre em capotamento na BR-405, em José da Penha

    Um Ford Ka saiu da pista e capotou no km 173 da rodovia na tarde de quinta-feira (29). O motorista e outra passageira tiveram ferimentos leves e foram socorridos pelo Corpo de Bombeiros.

    Grécio Freitas1 min de leitura
    Passageira de 52 anos morre em capotamento na BR-405, em José da Penha

    Uma passageira de 52 anos morreu e outras duas pessoas sofreram ferimentos leves depois que um carro saiu da pista e capotou na BR-405, no município de José da Penha, no interior do Rio Grande do Norte. Segundo o Agora RN, informações preliminares indicam que o motorista teria cochilado antes de perder o controle do veículo.

    A Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou o acidente por volta das 17h de quinta-feira (29), no km 173 da rodovia. O carro envolvido era um Ford Ka preto.

    A mulher morreu ainda no local. O Corpo de Bombeiros atendeu as vítimas e socorreu o condutor e a outra passageira, que tiveram ferimentos leves.

    Os dados preliminares também indicam que a vítima não estaria usando o cinto de segurança no momento do capotamento. As circunstâncias do acidente ainda são tratadas como preliminares.

    • #acidente de trânsito
    • #Corpo de Bombeiros
    • #PRF
    • #Rio Grande do Norte
    • #rodovias

    Fonte: Agora RN

  3. Descontos

    Monitor curvo AOC AGON G4Z de 300 Hz tem 40% de desconto com cupom para membros Prime

    Modelo gamer de 27 polegadas tem tela curva Full HD, tempo de resposta de 0,3 ms e base com ajuste de altura, inclinação e giro.

    Grécio Freitas1 min de leitura
    Monitor curvo AOC AGON G4Z de 300 Hz tem 40% de desconto com cupom para membros Prime
    Imagem via IGN Brasil

    O monitor gamer curvo AOC AGON G4Z está com 40% de desconto por meio de um cupom exclusivo para membros Prime, segundo o IGN Brasil. O modelo tem taxa de atualização de 300 Hz e tempo de resposta de 0,3 ms.

    A tela curva tem 27 polegadas e resolução Full HD. A base permite ajustar a altura, a inclinação e o giro do monitor.

    • #AOC
    • #Monitor gamer
    • #Promoção
    • #Tecnologia

    Fonte: IGN Brasil

  4. Nintendo

    Parte da equipe do remake de Zelda: Ocarina of Time nunca jogou o original, diz Aonuma

    Para o produtor da série, os desenvolvedores mais jovens foram cruciais para adaptar alguns elementos do novo jogo.

    Grécio Freitas1 min de leitura
    Parte da equipe do remake de Zelda: Ocarina of Time nunca jogou o original, diz Aonuma
    Imagem via IGN Brasil

    Eiji Aonuma, produtor da série The Legend of Zelda na Nintendo, afirmou que alguns dos membros mais jovens da equipe responsável pelo remake de Ocarina of Time nunca haviam jogado o game original. Segundo a IGN Brasil, o produtor ressaltou que isso foi, na verdade, algo muito positivo para o desenvolvimento do projeto.

    Aonuma defende que esses desenvolvedores mais jovens foram cruciais para adaptar alguns elementos no remake.

    • #Eiji Aonuma
    • #Nintendo
    • #Ocarina of Time
    • #The Legend of Zelda

    Fonte: IGN Brasil

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