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  1. Saúde

    Mulheres negras morrem 3,8 vezes mais de câncer de mama que brancas, diz Inca

    Atraso no diagnóstico e maior incidência do subtipo triplo-negativo estão entre os possíveis fatores da disparidade apontada em dados do Inca.

    Grécio Freitas1 min de leitura
    Mulheres negras morrem 3,8 vezes mais de câncer de mama que brancas, diz Inca
    Imagem via Metrópoles

    Mulheres negras morrem 3,8 vezes mais de câncer de mama do que mulheres brancas, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca) noticiados pelo Metrópoles.

    De acordo com a reportagem, o atraso no diagnóstico e a maior incidência do tipo triplo-negativo da doença podem ajudar a explicar a diferença na mortalidade.

    • #Câncer de mama
    • #Inca
    • #Saúde
    • #Saúde da mulher

    Fonte: Metrópoles

  2. Eleições

    Em carta, Flávio Bolsonaro se diz “o verdadeiro presidente eleito do Brasil”

    No documento, divulgado depois de ir para os Estados Unidos, o senador agradece a Javier Milei e a Donald Trump.

    Grécio Freitas1 min de leitura
    Em carta, Flávio Bolsonaro se diz “o verdadeiro presidente eleito do Brasil”

    O senador Flávio Bolsonaro publicou nesta quarta-feira (28/10) uma carta em que se apresenta como “o verdadeiro presidente eleito do Brasil”. Segundo o NOVO Notícias, o documento foi divulgado depois que ele foi para os Estados Unidos, deslocamento que o veículo descreve como uma fuga.

    Na carta, Flávio agradece ao presidente da Argentina, Javier Milei, pela “coragem e senso de justiça e legalidade”. O senador também dirige agradecimentos ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

    De acordo com o NOVO Notícias, o texto contém afirmações falsas sobre o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

    • #Donald Trump
    • #Eleições
    • #Flávio Bolsonaro
    • #Javier Milei
    • #TSE

    Fonte: NOVO Notícias

  3. Universo

    Cometas raramente levariam moléculas prebióticas intactas à Terra, indica estudo

    Simulações publicadas na Scientific Reports sugerem que o calor e a pressão do impacto poderiam destruir o cianeto de hidrogênio. Marte aparece como destino mais favorável.

    Grécio Freitas3 min de leitura
    Cometas raramente levariam moléculas prebióticas intactas à Terra, indica estudo
    Imagem via Olhar Digital

    Simulações feitas por pesquisadores da Universidade de Cambridge indicam que seria extremamente raro um cometa levar grandes quantidades de moléculas intactas até a superfície da Terra. Segundo o Olhar Digital, o trabalho foi publicado na revista Scientific Reports. O resultado questiona uma hipótese antiga sobre a origem da vida, mas não descarta outras formas de contribuição desses corpos celestes.

    O estudo analisou o transporte de cianeto de hidrogênio (HCN), molécula importante para as reações químicas que podem ter antecedido o surgimento da vida. Cometas carregam compostos orgânicos e, há décadas, são considerados possíveis fornecedores de matéria-prima para a química prebiótica. A chegada desses compostos à superfície terrestre, porém, dependeria de condições bastante específicas.

    Nas simulações, os cometas geralmente atingiam a Terra rápido demais e em ângulos muito inclinados. O calor e a pressão gerados pela colisão poderiam destruir o HCN antes que ele chegasse intacto ao solo. Mesmo quando a molécula sobrevivesse ao impacto, precisaria estar concentrada o bastante para favorecer as reações químicas estudadas. A diluição na água do ambiente também poderia reduzir o tempo disponível para que esses processos acontecessem.

    O autor principal do estudo, Richard Anslow, pesquisador do Instituto de Astronomia da Universidade de Cambridge, reconheceu que a hipótese não pode ser descartada completamente. "Mas parece ser uma ocorrência muito rara — na melhor das hipóteses, um acaso isolado", afirmou.

    A dificuldade aumenta quando se considera que a frequência de impactos de cometas caiu rapidamente durante os primeiros 500 milhões de anos da história da Terra. As oportunidades para a entrega de quantidades relevantes de HCN seriam, portanto, limitadas.

    As simulações apontaram Marte como um destino mais propício para receber moléculas prebióticas transportadas por cometas. Por ser menor que a Terra e ter uma atmosfera mais fina, o planeta ofereceria menos obstáculos à chegada desses compostos à superfície durante os períodos de impactos mais frequentes. Isso não significa que a vida tenha surgido em Marte: o resultado trata apenas da possibilidade de transporte dos ingredientes químicos, sem determinar se eles deram origem a organismos vivos.

    A pesquisa se concentra em um mecanismo específico e não avaliou de forma abrangente todas as moléculas orgânicas nem todas as consequências químicas dos impactos. Outras explicações para a presença dos ingredientes das primeiras reações continuam em aberto. Os asteroides, com impactos mais frequentes, podem ter fornecido compostos químicos ou criado condições para novas reações. Moléculas precursoras também podem ter se formado por processos no próprio planeta. E outras substâncias orgânicas transportadas por cometas, além do HCN, podem ter participado da química prebiótica.

    O estudo também pode ajudar a orientar a busca por vida em outros sistemas planetários. Identificar sistemas em que cometas possam passar de um planeta a outro é uma estratégia que poderá contribuir para futuras observações astronômicas. A questão central, de como os ingredientes químicos se combinaram para permitir o surgimento dos primeiros organismos, segue sem resposta.

    • #Astronomia
    • #cometas
    • #Marte
    • #origem da vida
    • #pesquisa

    Fonte: Olhar Digital

  4. Fintechs

    Pluggy, Clara, Aviva e Tapi entram na lista das 100 fintechs mais promissoras de 2026

    Levantamento da CB Insights analisou mais de 70 mil empresas e aponta blockchain, IA com dados próprios e regulação como tendências do setor.

    Grécio Freitas4 min de leitura
    Pluggy, Clara, Aviva e Tapi entram na lista das 100 fintechs mais promissoras de 2026
    Imagem via Startups

    A brasileira Pluggy, as mexicanas Clara e Aviva e a argentina Tapi estão entre as 100 fintechs mais promissoras de 2026, de acordo com a CB Insights, plataforma especializada em inteligência de mercado. Segundo o Startups, o relatório Fintech 100: The most promising fintech startups of 2026 chega à nona edição anual. A lista reúne empresas de vários segmentos do mercado financeiro, como concessão de crédito, pagamentos internacionais, serviços bancários para empresas e infraestrutura de conexão financeira.

    Cada uma das latino-americanas aparece em uma categoria diferente do mapa montado pela consultoria. A Aviva está em crédito ao consumidor (consumer lending), ao lado de nomes como Firenze, Kastle, Salmon e tidalwave. A Tapi foi incluída em pagamentos internacionais (cross-border payments), segmento de negócios ligados à movimentação de dinheiro entre diferentes mercados, junto com Fun, helloclever, LemFi, Mesh, Ryft e Xflow. A Clara aparece em serviços bancários para empresas (business banking), e a Pluggy, em finanças integradas (embedded finance).

    Fundada em 2022, a Aviva concede crédito aos mais de 50 milhões de adultos mexicanos com acesso limitado ao sistema bancário. Para isso, combina atendimento por videochamada com inteligência artificial (IA) e uma rede de quiosques físicos. Em julho de 2026, a empresa concluiu uma rodada Série A de US$ 18 milhões, liderada pela Valor Capital Group. A operação também contou com BID Lab, Endeavor Forward e a brasileira Caravela Capital.

    A Clara oferece uma plataforma de gestão financeira inteligente para empresas. A fintech nasceu no México em abril de 2020 e transferiu a sede para o Brasil em agosto de 2023, depois de obter autorização do Banco Central para operar como Instituição de Pagamento (IP). Brasil, México e Colômbia são seus mercados-chave. Em junho de 2026, a companhia anunciou o Clara Global, solução que permite a empresas latino-americanas gerenciar despesas em diferentes países e moedas. É a primeira ferramenta da fintech desenvolvida integralmente com IA.

    Especializada em infraestrutura de Open Finance, a Pluggy integra a categoria de empresas que conectam serviços financeiros a outras plataformas e operações comerciais, ao lado de Bastion, Crossmint, Infinant, Koxa e Stitch. Em agosto de 2026, a startup brasileira levantou uma Série A de US$ 3,5 milhões, liderada pela DGF e com novos aportes de Y Combinator e Brazil Venture Capital. Com os recursos, a Pluggy prevê desenvolver novos produtos e acelerar o crescimento da plataforma, que quer triplicar o faturamento em relação ao ano anterior.

    A seleção ocorre em um momento em que parte das fintechs mais promissoras busca resolver problemas de infraestrutura e de operação das instituições financeiras, em vez de se concentrar apenas em produtos para o consumidor final.

    A CB Insights identificou três tendências entre as selecionadas deste ano. A primeira é a expansão do blockchain em serviços financeiros tradicionais. Na edição de 2025, a maioria das fintechs que usavam a tecnologia estava concentrada em categorias específicas de ativos digitais. Na lista de 2026, aparecem empresas que aplicam blockchain a pagamentos internacionais, serviços bancários para empresas e crédito empresarial.

    A segunda tendência é o uso de dados próprios das instituições financeiras para desenvolver aplicações de IA. Segundo o relatório, registros de transações, históricos de operações e documentos internos podem tornar essas ferramentas mais úteis para bancos e outras empresas do setor. A terceira é a transformação de exigências regulatórias em produto: fintechs que incorporam às plataformas regras e requisitos de diferentes mercados, permitindo que clientes operem em determinadas jurisdições ou ofereçam serviços que não conseguiriam disponibilizar por conta própria.

    Para montar a lista, os analistas da consultoria avaliaram mais de 70 mil fintechs, de startups em fase pré-seed a companhias na Série C. Foram seis critérios principais: atividade de investimentos, parcerias com o setor, força dos investidores, ritmo de contratações, receita e pontuações preditivas da própria CB Insights. Entre elas estão o Mosaic Score, usado para avaliar o potencial de sucesso das empresas, e o Commercial Maturity, voltado à tração comercial. A análise também incorporou entrevistas com executivos enviadas pelas próprias startups.

    Empresas que já passaram por aquisição ou outro tipo de saída (exit) ficaram de fora, assim como fintechs em estágios mais avançados. As 100 escolhidas foram distribuídas em 21 categorias, agrupadas em seis segmentos: finanças ao consumidor, pagamentos, finanças empresariais, mercados de capitais e gestão de ativos, operações de serviços financeiros e conectividade.

    Somadas, as selecionadas captaram US$ 10,9 bilhões em investimentos de capital. Mais de US$ 3,2 bilhões desse total foram levantados ao longo de 2026, até 5 de outubro, data de referência do relatório. O grupo acumula mais de 330 parcerias desde 2025, incluindo acordos com JPMorgan Chase, Mastercard e Nasdaq. Do total, 51 são startups em estágio inicial, das quais 13 estão na fase seed.

    • #CB Insights
    • #fintech
    • #inteligência artificial
    • #startups
    • #venture capital

    Fonte: Startups

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