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  1. Eleições

    Por que aliados querem que Flávio Bolsonaro volte a citar Moraes e Lulinha no 2º turno

    Segundo a coluna de Igor Gadelha, do Metrópoles, aliados de Flávio Bolsonaro (PL) o aconselharam a voltar a citar Alexandre de Moraes e Lulinha, filho do presidente Lula (PT), nos discursos do segundo turno. O objetivo seria manter os apoiadores mobilizados e fazer o candidato pautar o debate eleitoral.

    Grécio Freitas1 min de leitura
    Púlpito vazio com microfone em palco de comício, com apoiadores agitando bandeiras ao fundo

    Aliados de Flávio Bolsonaro (PL) o aconselharam a voltar a citar o ministro Alexandre de Moraes e Lulinha, filho do presidente Lula (PT), nos discursos do segundo turno. A informação foi publicada pela coluna de Igor Gadelha, no portal Metrópoles, e repercutida pelo Blog do BG.

    Os objetivos da orientação

    De acordo com a coluna, a recomendação tem duas finalidades:

    • manter os apoiadores mobilizados durante o segundo turno;
    • fazer o candidato pautar o debate eleitoral.

    A expressão "voltar a citar" indica que os dois nomes já haviam aparecido em falas de Flávio anteriormente. O material disponível, porém, não detalha quando isso ocorreu nem por que eles deixaram de ser mencionados.

    O que ainda não se sabe

    Por enquanto, trata-se de um conselho de aliados, relatado por uma coluna, e não de uma decisão anunciada pela campanha. Não há confirmação de que Flávio vá seguir a orientação.

    O resumo divulgado também menciona "uma ala" do entorno do candidato, mas o trecho foi cortado e não informa o que esse grupo defende.

    Os próximos discursos e debates devem mostrar se a sugestão será adotada pelo candidato.

    • #Alexandre de Moraes
    • #Flávio Bolsonaro
    • #Lula
    • #segundo turno

    Fonte: Blog do BG

  2. Eleições

    Datafolha: 2 pontos separam Flávio Bolsonaro (51%) e Lula (49%) nos votos válidos

    Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (15) mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 51% dos votos válidos e Lula (PT) com 49%. No total de entrevistados, os números são 47% e 45%.

    Grécio Freitas2 min de leitura
    Gráfico de barras impresso com duas barras quase do mesmo tamanho sobre uma mesa de redação, com caneta, óculos e uma urna desfocada ao fundo

    Uma nova pesquisa Datafolha, divulgada nesta quinta-feira (15), mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 51% dos votos válidos, contra 49% de Lula (PT), conforme publicado pelo Blog do BG. A diferença numérica entre os dois é de dois pontos percentuais, tanto nos votos válidos quanto no total de entrevistados.

    Os números

    A pesquisa traz dois recortes:

    • Votos válidos: Flávio Bolsonaro tem 51% e Lula, 49%
    • Total de entrevistados: Flávio Bolsonaro tem 47% e Lula, 45%

    O que são votos válidos

    No cálculo dos votos válidos, ficam de fora os votos brancos, os nulos e os eleitores indecisos. Sobram apenas as intenções de voto em um dos candidatos.

    Já no total de entrevistados entram todas as respostas, inclusive brancos, nulos e indecisos. Por isso os percentuais dos candidatos ficam menores nesse recorte.

    Brancos, nulos e indecisos

    Segundo a publicação de origem, os votos brancos e nulos passaram de 5% para 6%. O trecho disponível também menciona a variação dos indecisos, mas é interrompido antes de apresentar o número, por isso esse dado não aparece aqui.

    O que ainda falta saber

    O resumo disponível não informa a margem de erro, o número de entrevistados, as datas da coleta nem o registro da pesquisa na Justiça Eleitoral. Sem essas informações, não é possível dizer se a diferença entre os candidatos está dentro ou fora da margem de erro. Também vale lembrar que uma pesquisa retrata as intenções de voto no momento da coleta e não prevê o resultado da eleição.

    • #Datafolha
    • #Flávio Bolsonaro
    • #Lula
    • #pesquisa eleitoral

    Fonte: Blog do BG

  3. Física Quântica

    Uma nova teoria tenta explicar de onde vem o acaso quântico

    A aleatoriedade é a base da mecânica quântica, mas as teorias atuais não explicam de onde ela vem. Segundo o Inovação Tecnológica, uma nova teoria se propõe a explicar essa origem e pode abrir caminho para uma IA quântica construída em bases totalmente novas.

    Grécio Freitas2 min de leitura
    Máquina antiga de lançar moedas sobre uma bancada de laboratório, com uma moeda suspensa no ar aparecendo borrada, como se mostrasse as duas faces ao mesmo tempo, observada por uma lupa.

    Uma nova teoria se propõe a responder a uma das perguntas mais antigas da física moderna: de onde vem a aleatoriedade da mecânica quântica? Segundo o Inovação Tecnológica, as teorias quânticas usam o acaso como fundamento, mas não explicam sua origem. A nova proposta diz que explica, e isso pode servir de base para uma inteligência artificial quântica construída de um jeito completamente diferente.

    O acaso como ponto de partida

    Na mecânica quântica, a aleatoriedade não é um detalhe nem uma limitação dos nossos instrumentos. Ela é a base da teoria. As previsões quânticas falam em probabilidades, e não em resultados garantidos.

    O problema é que essa aleatoriedade costuma ser tratada como um dado de partida. Ela é aceita e usada, mas não explicada. É essa lacuna que a nova teoria diz preencher.

    Por que isso importa

    Entender a origem do acaso quântico seria um avanço nos fundamentos da física. Além disso, de acordo com a publicação, a teoria tem uma aplicação potencial: pode servir de ponto de partida para criar uma IA quântica em bases completamente novas.

    O que ainda não sabemos

    O resumo divulgado é curto. Ele não detalha como a teoria funciona, quem são os autores nem como a ideia poderia ser testada. Por isso, vale encarar a proposta com curiosidade e cautela até que esses detalhes fiquem claros. Explicar a origem da aleatoriedade quântica é uma afirmação ambiciosa, e a comunidade científica vai precisar analisá-la com cuidado.

    • #aleatoriedade
    • #física
    • #inteligência artificial
    • #mecânica quântica

    Fonte: Inovação Tecnológica

  4. Polícia

    Vorcaro recebia textos do Metrópoles antes da publicação e pediu mudanças em 11, diz UOL

    Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, recebia reportagens do Metrópoles antes da publicação, segundo levantamento do UOL com mensagens extraídas pela Polícia Federal. Dos 14 textos identificados, 11 foram alterados após pedidos dele.

    Grécio Freitas1 min de leitura
    Celular sobre uma mesa de redação ao lado de rascunhos de reportagens marcados com caneta vermelha

    Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, recebia antecipadamente reportagens do portal Metrópoles e fazia pedidos de alteração que eram atendidos pela direção do veículo. A informação é de um levantamento do UOL, feito com base em mensagens que a Polícia Federal (PF) extraiu do celular do empresário, e foi repercutida pelo Blog do BG.

    O que diz o levantamento

    Segundo a apuração do UOL:

    • 14 textos do Metrópoles foram identificados nas mensagens;
    • 11 deles foram modificados após solicitações de Vorcaro.

    Ainda de acordo com o levantamento, os pedidos de mudança eram atendidos pela direção do portal.

    Quem aparece nas conversas

    O resumo divulgado informa que as conversas envolvem a CEO do grupo, mas o trecho disponível é interrompido antes de trazer mais detalhes.

    O que ainda não se sabe

    O material disponível não informa o conteúdo das alterações pedidas, os temas das reportagens envolvidas nem o período em que as mensagens foram trocadas. Também não traz manifestação do Metrópoles ou de Vorcaro sobre o levantamento.

    • #Banco Master
    • #Daniel Vorcaro
    • #imprensa
    • #Metrópoles
    • #Polícia Federal

    Fonte: Blog do BG

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