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  1. Rio Grande do Norte

    ABC oficializa zagueiro Darlan Santos, ex-Rio Branco-ES, como quarto reforço para 2027

    O defensor de 25 anos foi campeão capixaba em 2025 e chega para a zaga do técnico João Burse, que comandará o Alvinegro no retorno à Série C.

    Grécio Freitas2 min de leitura
    ABC oficializa zagueiro Darlan Santos, ex-Rio Branco-ES, como quarto reforço para 2027

    O ABC anunciou na terça-feira (27) a contratação do zagueiro Darlan Santos, de 25 anos, para a temporada de 2027. Segundo o Agora RN, ele é o quarto reforço oficializado pela diretoria alvinegra para formar o elenco que será dirigido pelo técnico João Burse.

    Darlan chega do Rio Branco-ES, onde jogou nas duas últimas temporadas e somou 47 partidas. Ele fez parte do grupo campeão capixaba de 2025, título conquistado na decisão contra o Rio Branco de Venda Nova. Antes de jogar no Espírito Santo, passou por Primavera, Cianorte e Londrina.

    Com a contratação, o ABC tem quatro zagueiros confirmados para 2027: Edson, Wellington Carvalho, Fabão e o próprio Darlan. A diretoria também trabalha para oficializar Léo Coltro, que atuou pelo Ituano e tem passagens por Náutico e Guarani. Se a chegada for confirmada, o técnico terá mais uma opção para a posição.

    Além de Darlan, o clube já anunciou o lateral-direito Pedro Costa e os atacantes Márcio Maranhão e Rodrigo Alves. As negociações continuam para completar outros setores. Há acertos encaminhados com o lateral Arthur Henrique, o volante Camacho e o atacante Guilherme Santos, mas os três ainda aguardam anúncio oficial.

    O ABC também decidiu manter parte dos jogadores que conquistaram o acesso. Têm permanência assegurada o goleiro Matheus Alves, o lateral Dudu Mandai, o zagueiro Wellington Carvalho, os volantes Jonathan, Geilson e Ramires e os atacantes Rikelmi, Brunão e Igor Bahia.

    A reformulação ocorre depois de o clube garantir o retorno à Série C do Campeonato Brasileiro. O acesso veio sob o comando de Waguinho Dias, que deu lugar a Burse para a próxima temporada. O novo treinador terá como objetivos a disputa do Campeonato Potiguar e a busca por mais um acesso nacional.

    Ao ser apresentado, em setembro, Burse afirmou que a montagem do elenco respeitaria os limites financeiros definidos pela diretoria. "Quando você aceita comandar uma equipe de massa, você sabe que vai sempre estar brigando por título, por acesso e aqui não é diferente", declarou.

    A programação do clube prevê o início da pré-temporada em 23 de novembro. A intenção da diretoria é entregar a Burse um grupo com a maior parte das contratações concluídas antes da reapresentação, permitindo a preparação para o calendário de 2027, que inclui Campeonato Potiguar, Copa do Nordeste, Copa do Brasil e Série C.

    • #ABC
    • #Campeonato Potiguar
    • #Futebol
    • #Rio Grande do Norte
    • #Série C

    Fonte: Agora RN

  2. Fintechs

    Empresas zumbis são fenômeno estrutural no Brasil, aponta tese da FGV

    Com base em pesquisa sobre 375 companhias da B3, cofundador da Celero defende que o crédito a empresas acompanhe a trajetória financeira, e não só a situação atual.

    Grécio Freitas3 min de leitura
    Empresas zumbis são fenômeno estrutural no Brasil, aponta tese da FGV
    Imagem via Startups

    Uma tese de mestrado da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (EESP-FGV) concluiu que a presença das chamadas "zombie firms" no Brasil tem caráter estrutural, e não apenas cíclico. O termo designa empresas que seguem em operação apesar de uma situação persistente de fragilidade financeira, com baixa capacidade de gerar resultado e elevada dependência de crédito.

    O estudo é citado por João Betenheuzer, CRO e cofundador da Celero, em artigo publicado no site Startups, no qual ele defende que a análise de crédito para pessoa jurídica (PJ) observe o risco muito antes da inadimplência.

    A pesquisa, intitulada "Zombie firms no Brasil: fragilidade financeira, contágio setorial, pandemia de covid-19 e recuperação judicial", é do economista Caio Szumanski, que analisou dados trimestrais de 375 companhias listadas na B3 entre 2010 e 2024. Entre os critérios usados para identificar as empresas zumbis está uma média do Índice de Cobertura de Juros inferior a 1 nos últimos oito trimestres, o que indica incapacidade persistente de o lucro operacional cobrir as despesas financeiras.

    O trabalho também encontrou uma discrepância entre a incidência dessas empresas e os pedidos formais de recuperação judicial, e foi estruturado para investigar a existência de sinais antecedentes de fragilidade financeira antes do ingresso nesse regime. Entre as empresas classificadas como zumbis, a pesquisa registrou aumento de 8,1% no uso de crédito de curto prazo e redução de 10,7% no de longo prazo, movimento associado a maior vulnerabilidade a choques de liquidez.

    Para Betenheuzer, isso importa especialmente para o mercado de crédito. A inadimplência é um indicador importante, mas registra algo que já aconteceu: o Banco Central considera inadimplentes as operações com pelo menos uma parcela em atraso superior a 90 dias. Na avaliação do executivo, uma instituição que precisa decidir hoje se concede crédito, ou qual limite oferece, trabalha com um sinal "relativamente tardio" se esperar esse estágio.

    Ele argumenta que empresas raramente entram em dificuldades financeiras de um dia para o outro. Antes de um atraso relevante, de uma renegociação mais profunda ou de um pedido de recuperação judicial, costuma haver um período em que o caixa perde fôlego, a dívida ocupa mais espaço e novas linhas de crédito passam a servir mais para sustentar compromissos anteriores do que para financiar o crescimento.

    Segundo o autor, entre uma empresa saudável e uma inadimplente existe uma zona intermediária em que mudanças no comportamento financeiro podem começar a aparecer. Nenhum movimento isolado determina que uma empresa terá problemas; o que importa é como os diferentes sinais evoluem e se relacionam ao longo do tempo. Betenheuzer compara olhar uma fotografia com acompanhar uma trajetória: duas empresas podem apresentar indicadores semelhantes hoje e carregar riscos bem diferentes, porque uma pode estar reconstruindo caixa depois de um período difícil enquanto a outra consome reservas mês após mês.

    Ignorar essa diferença, diz o executivo, aumenta o risco de errar nos dois sentidos: financiar uma empresa em deterioração ou negar recursos a uma companhia saudável que atravessa apenas uma pressão temporária. Para ele, a análise de risco não deveria se limitar a como a empresa está hoje. Fluxo de entradas e saídas, recorrência de receitas, compromissos assumidos, uso de crédito e comportamento de caixa ajudariam a mostrar em que direção o negócio caminha.

    A pesquisa da FGV trata de companhias listadas na B3, mas Betenheuzer estende o raciocínio às pequenas e médias empresas. Segundo ele, muitas não têm o mesmo volume de demonstrações financeiras ou histórico público disponíveis, mas sua própria movimentação financeira produz diariamente informações sobre o funcionamento do negócio. No crédito PJ, afirma, entender para onde uma empresa está caminhando pode ser tão importante quanto saber onde ela está hoje.

    • #Brasil
    • #crédito
    • #economia
    • #Empreendedorismo
    • #pesquisa

    Fonte: Startups

  3. Celebridades

    Alexandre Frota diz que situação de Flávio Bolsonaro nos EUA deve mudar após gestão Trump

    Em conversa com a coluna Fábia Oliveira, do Metrópoles, o vereador resumiu sua previsão com a frase "Até acabar a gestão Trump".

    Grécio Freitas1 min de leitura
    Alexandre Frota diz que situação de Flávio Bolsonaro nos EUA deve mudar após gestão Trump
    Imagem via Metrópoles

    O vereador Alexandre Frota afirmou que a situação do senador Flávio Bolsonaro nos Estados Unidos deve mudar depois do fim da gestão Trump. A declaração foi dada em conversa com a coluna Fábia Oliveira, do Metrópoles.

    Ao falar sobre a situação de Flávio Bolsonaro nos EUA, Frota usou a expressão "Até acabar a gestão Trump".

    • #Alexandre Frota
    • #Donald Trump
    • #Estados Unidos
    • #Flávio Bolsonaro
    • #Metrópoles

    Fonte: Metrópoles

  4. Fintechs

    Jovens se preocupam com o futuro financeiro, mas só 34% se preparam para a aposentadoria

    Estudo do Instituto Locomotiva encomendado pela Abrapp aponta orçamento apertado e pouco conhecimento sobre previdência privada como entraves para quem tem entre 18 e 30 anos.

    Grécio Freitas3 min de leitura
    Jovens se preocupam com o futuro financeiro, mas só 34% se preparam para a aposentadoria
    Imagem via Startupi

    Oito em cada dez brasileiros de 18 a 30 anos se dizem preocupados com o futuro financeiro, mas apenas 34% tomam alguma atitude para se preparar para a aposentadoria. O dado é do estudo "Desafios e Oportunidades para Previdência Privada para Jovens", produzido pelo Instituto Locomotiva a pedido da Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp). Segundo o Startupi, os resultados foram apresentados no 47º Congresso Brasileiro da Previdência Complementar.

    O levantamento mostra uma geração que decide no curto prazo: 60% dos entrevistados tomam decisões financeiras com horizonte de, no máximo, seis meses. Metade afirma que planejar a aposentadoria gera mais ansiedade do que motivação. Foram ouvidas 1.000 pessoas das classes A, B e C com renda própria, em todas as regiões do país, um universo que representa cerca de 31 milhões de brasileiros.

    Na lista de prioridades financeiras, a independência financeira aparece em primeiro lugar, citada por 39% dos jovens. Em seguida vêm a formação de uma reserva de emergência (36%) e os gastos com lazer e viagens (25%). Guardar dinheiro para a aposentadoria fica apenas em sétimo lugar, mencionado por 19% dos entrevistados.

    Quando pensam nos próximos 20 ou 30 anos, os jovens temem principalmente a falta de recursos (37%), depender financeiramente de outras pessoas (27%) e problemas de saúde (25%). O orçamento de hoje, porém, limita a preparação: 41% não têm sobra de dinheiro ou estão endividados, e só 19% contam com uma reserva capaz de cobrir mais de três meses de custo de vida. Imprevistos (28%), falta de dinheiro (26%) e dívidas (26%) estão entre os motivos citados para a dificuldade de poupar.

    Também falta informação. Embora 65% acreditem que o planejamento para a aposentadoria deve começar antes dos 30 anos, a mesma proporção diz saber pouco ou nada sobre previdência privada, índice que sobe para 75% na faixa de 18 a 23 anos. A desconfiança é outro obstáculo: 62% temem que as regras mudem no futuro, e 50% receiam enfrentar restrições para acessar o dinheiro caso precisem dele.

    "A pesquisa revela o fosso entre o futuro que essa geração deseja e o que consegue concretizar agora", afirma Renato Meirelles, fundador do Instituto Locomotiva. Segundo ele, os jovens sabem da importância de se planejar e valorizam a própria independência, mas as urgências do dia a dia ainda pesam muito nas escolhas. Meirelles diz que, para esse público, a aposentadoria costuma ser uma preocupação remota, que provoca mais ansiedade do que impulso, e que o tema ganha relevância quando o planejamento é associado à autonomia, fator apontado por 59% dos entrevistados como o principal para envelhecer com qualidade.

    O estudo também aponta espaço para produtos adaptados à realidade dos jovens. Cerca de 48% se dizem dispostos a começar a contribuir para um plano de previdência nos próximos 12 meses, desde que as condições sejam acessíveis. Além disso, 61% demonstram mais interesse ao entender que contribuições antecipadas significam valores mensais menores para alcançar a mesma renda futura. Entre as características mais valorizadas estão a possibilidade de pausar as contribuições sem perder o saldo acumulado (32%), a transparência sobre custos e taxas (32%) e a opção de fazer aportes iniciais de valor reduzido (31%). Entre os 53% que menos se planejam financeiramente, 40% consideram viável começar a investir até R$ 50 por mês.

    O diretor-presidente da Abrapp, Devanir Silva, defende que a preparação comece cedo: "A previdência é uma coisa de jovem, não é coisa do idoso". Ele também cobra uma comunicação mais simples do setor: "Somos uma página em branco para a sociedade. Poucas pessoas têm consciência de quão importante essa previdência é para o futuro dos indivíduos. É necessário nos comunicar de forma mais clara e objetiva com esses trabalhadores".

    Para Silva, o debate sobre o futuro da previdência não pode ficar restrito à contenção de despesas e precisa incluir quem está fora do sistema. "Expandir a cobertura é, ao mesmo tempo, uma agenda de inclusão social e de sustentabilidade econômica", afirma.

    • #Abrapp
    • #aposentadoria
    • #finanças pessoais
    • #pesquisa
    • #previdência privada

    Fonte: Startupi

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