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  1. Eleições

    Cadu de Lula vence em 118 cidades do RN; Allyson leva Natal, Mossoró e Parnamirim

    O governador eleito passou de 74 para 118 municípios em que liderou. Allyson Bezerra venceu nos dois maiores colégios eleitorais do estado e em Parnamirim.

    Grécio Freitas2 min de leitura
    Cadu de Lula vence em 118 cidades do RN; Allyson leva Natal, Mossoró e Parnamirim
    Imagem via g1 RN

    O governador eleito do Rio Grande do Norte, Cadu de Lula (PT), foi o mais votado em 118 dos 167 municípios potiguares no segundo turno, disputado no domingo (25). Seu adversário, Allyson Bezerra (União Brasil), ficou à frente nas outras 49 cidades, entre elas Natal e Mossoró, os dois maiores colégios eleitorais do estado. Os números são do g1 RN, com base em dados do sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

    Cadu foi declarado eleito às 21h08 de domingo, com 50,77% dos votos válidos, o que corresponde a 1.073.024 votos.

    No primeiro turno, Cadu havia liderado em 74 cidades, Allyson em 66 e Álvaro Dias (PL) em 27. Álvaro ficou fora da disputa final. No segundo turno, Allyson caiu de 66 para 49 municípios, enquanto Cadu passou de 74 para 118.

    Na capital, porém, o resultado favoreceu o candidato do União Brasil. Allyson teve 52,86% dos votos em Natal, contra 47,14% de Cadu: foram 236.592 votos contra 210.971. No primeiro turno, quem havia vencido na cidade era Álvaro Dias.

    Em Mossoró, segundo maior colégio eleitoral do estado e cidade onde foi prefeito por duas vezes, Allyson somou 61,29% dos votos (95.118), contra 38,71% de Cadu (60.085). Em Parnamirim, o placar foi semelhante: 61,57% para Allyson e 38,43% para o petista.

    Entre as cidades em que Cadu venceu estão Caicó, Currais Novos, Assú, Apodi, Pau dos Ferros, Macau, Santa Cruz, Ceará-Mirim e São José de Mipibu. Além de Natal, Mossoró e Parnamirim, Allyson ficou à frente em municípios como Macaíba, São Gonçalo do Amarante, Extremoz, Nísia Floresta, Serra do Mel e Grossos.

    • #Allyson Bezerra
    • #Cadu de Lula
    • #Eleições 2026
    • #Rio Grande do Norte
    • #segundo turno

    Fonte: g1 RN

  2. Eleições

    Derrota de Flávio Bolsonaro abre espaço para Tarcísio e Michelle na direita, diz colunista

    Para Artur Rodrigues, colunista do UOL, o governador reeleito de São Paulo e a senadora eleita pelo DF podem se apresentar como nomes do campo conservador para 2030.

    Grécio Freitas2 min de leitura
    Derrota de Flávio Bolsonaro abre espaço para Tarcísio e Michelle na direita, diz colunista
    Imagem via Blog do BG

    A derrota do senador Flávio Bolsonaro (PL) na disputa presidencial abre espaço para que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e a senadora eleita Michelle Bolsonaro (PL-DF) ampliem sua influência na direita. Na avaliação do colunista Artur Rodrigues, do UOL, os dois podem se posicionar como possíveis nomes para a eleição presidencial de 2030. A análise foi repercutida pelo Blog do BG.

    No caso de Tarcísio, o colunista aponta como trunfos a estrutura política do governo paulista e o apoio de partidos de centro-direita. Reeleito governador, ele terá quatro anos para articular alianças e buscar espaço como alternativa para liderar o campo conservador.

    Michelle chega ao Senado com apoio de setores evangélicos e com uma trajetória de atuação política à frente do PL Mulher. Segundo a análise, a eleição amplia a estrutura partidária à disposição dela e pode fortalecer seu nome em futuras disputas nacionais.

    Para o colunista, o resultado também expõe desafios para a família Bolsonaro na definição de sua liderança política. Flávio, que teve o apoio de Jair Bolsonaro à sua candidatura, perdeu a disputa pelo Planalto. A disputa por espaço na direita pode envolver ainda o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), que ampliou sua projeção nacional.

    Apesar da derrota na corrida presidencial, o PL mantém força no Congresso Nacional, com as maiores bancadas da Câmara e do Senado, o que garante à legenda influência nas articulações políticas dos próximos anos.

    • #Flávio Bolsonaro
    • #Michelle Bolsonaro
    • #Nikolas Ferreira
    • #PL
    • #Tarcísio de Freitas

    Fonte: Blog do BG

  3. Eleições

    Reeleito, Lula defende regular redes sociais e acusa plataformas de interferência

    No discurso de vitória em São Paulo, o petista cobrou tratamento igual para crimes digitais e fora da internet e criticou grandes empresas de tecnologia que, segundo ele, não pagam impostos no país.

    Grécio Freitas1 min de leitura
    Reeleito, Lula defende regular redes sociais e acusa plataformas de interferência

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), reeleito para o quarto mandato, usou o discurso de vitória deste domingo (25), em São Paulo, para defender a regulamentação das redes sociais e acusar plataformas digitais de tentar direcionar o resultado da eleição. Segundo o Agora RN, o petista classificou a disputa como "uma derrota do negacionismo" e "da mentira".

    Ao agradecer aos eleitores pela conquista, obtida após uma votação recorde, Lula afirmou que sua candidatura enfrentou interferência externa por meio das plataformas. Ele também cobrou que crimes cometidos no ambiente digital recebam o mesmo tratamento dos praticados fora da internet.

    "Essa eleição foi uma eleição em que a gente teve que vencer a intromissão vinda de fora para dentro através de plataformas digitais. E nós vamos ter que regulá-las. Não é possível que a gente não tenha consciência que o crime no mundo digital tem que ser tratado igual crime na vida real", disse o presidente.

    Na sequência, Lula criticou a atuação e a tributação dessas empresas. "Nós não podemos ter empresas monstruosas de grandes, ganhando milhões e bilhões, não pagando nenhum imposto para esse país, e tentando direcionar o resultado eleitoral desse país", afirmou.

    • #Eleições 2026
    • #Lula
    • #PT
    • #redes sociais

    Fonte: Agora RN

  4. Congresso

    Alcolumbre diz ter ao menos 48 votos para se reeleger presidente do Senado em 2027

    Segundo interlocutores, ele não pretende pautar impeachment de ministros do STF; o PL, que deve ter a maior bancada a partir de fevereiro, planeja lançar Rogério Marinho na disputa.

    Grécio Freitas1 min de leitura
    Alcolumbre diz ter ao menos 48 votos para se reeleger presidente do Senado em 2027
    Imagem via Blog do BG

    O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), afirma ter pelo menos 48 votos para garantir a reeleição ao comando da Casa em 2027. Segundo interlocutores, ele também não pretende pautar pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), especialmente os que miram Alexandre de Moraes. As informações são do Blog do BG.

    Alcolumbre considera possível enfrentar um candidato do PL na disputa, mesmo com o partido previsto para ter a maior bancada do Senado a partir de fevereiro, com 29 parlamentares. A legenda planeja lançar o senador Rogério Marinho (PL-RN), que coordenou a campanha presidencial derrotada de Flávio Bolsonaro.

    Um dos fatores que favorecem os planos de Alcolumbre é a articulação com partidos do Centrão, que buscam limitar o espaço do PL no comando do Congresso.

    O presidente do Senado também pretende defender a nomeação de Rodrigo Pacheco para uma vaga no STF ainda neste ano, conforme a articulação política relatada pela CNN Brasil.

    Na Câmara dos Deputados, partidos do Centrão já manifestaram apoio à reeleição de Hugo Motta (Republicanos-PB). A articulação reúne União Brasil, PP, Republicanos, MDB, PSDB-Cidadania, Podemos, PSD e Solidariedade.

    • #Alexandre de Moraes
    • #Davi Alcolumbre
    • #PL
    • #Rogério Marinho
    • #Senado

    Fonte: Blog do BG

  5. Mais notícias
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