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  1. Economia

    Com Selic em 13,75%, Brasil segue com o maior juro real do mundo, apontam consultorias

    Comunicado do Copom atribuiu a manutenção dos juros às incertezas fiscais e às projeções de inflação descoladas da meta de 3%; consultorias apontam juro real acima de 9% ao ano.

    Grécio Freitas1 min de leitura
    Com Selic em 13,75%, Brasil segue com o maior juro real do mundo, apontam consultorias
    Imagem via Blog do BG

    O Brasil continua com a maior taxa de juros reais do mundo depois que o Banco Central decidiu manter a Selic em 13,75% ao ano. Segundo o Blog do BG, que publicou a informação com base na CNN, levantamentos das consultorias MoneYou e Lev Intelligence indicam que o juro real brasileiro, descontada a inflação, supera 9% ao ano. Com isso, o país segue isolado no topo do ranking global.

    De acordo com a publicação, o comunicado do Comitê de Política Monetária (Copom) apontou dois motivos para a restrição: a forte alta das incertezas fiscais e as projeções de inflação descoladas da meta de 3%. Diante desse quadro, a autoridade monetária adotou uma postura defensiva e contracionista para tentar frear a alta dos preços.

    O Blog do BG avalia que juros reais nesse patamar pesam diretamente no custo de vida. Segundo o blog, o brasileiro paga os financiamentos mais caros do mundo, enfrenta faturas mais pesadas no cartão de crédito, tem mais dificuldade para conseguir empréstimos e convive com a desaceleração da economia e do emprego.

    O blog também atribui o cenário ao que classifica como incapacidade do governo federal de cortar gastos e transmitir credibilidade. Para a publicação, a conta recai principalmente sobre o trabalhador.

    • #Banco Central
    • #Copom
    • #inflação
    • #juros
    • #Selic

    Fonte: Blog do BG

  2. Celebridades

    Kim Kardashian elogia Cauã Reymond, que vive seu guarda-costas em 'Tudo É Justo'

    Naomi Watts também comentou sobre o brasileiro, que contou ter ficado nervoso por atuar em inglês ao lado de Kim e de Glenn Close.

    Grécio Freitas2 min de leitura
    Kim Kardashian elogia Cauã Reymond, que vive seu guarda-costas em 'Tudo É Justo'
    Imagem via Portal LeoDias

    Kim Kardashian só teve elogios para Cauã Reymond, seu colega de cena na segunda temporada de "Tudo É Justo", série do Disney+. Em entrevista à revista Marie Claire, repercutida pelo Portal LeoDias, a empresária, atriz e influenciadora contou como foi trabalhar com o brasileiro e destacou a personalidade e o profissionalismo dele: "É uma pessoa incrível, a melhor possível".

    Na trama, Cauã interpreta Raul, guarda-costas de Allura Grant, personagem de Kim. "Ele interpreta meu guarda-costas e com certeza me protege de muitas coisas assustadoras que acontecem na vida da Allura. Foi um prazer trabalhar com ele. É um cara fantástico e sempre muito bem preparado", declarou a estrela.

    Naomi Watts, que também está no elenco, chamou a atenção para a aparência do colega. "Além disso, ele é um gato!", brincou a atriz.

    O Portal LeoDias já tinha antecipado a participação. Cauã viajou a Los Angeles, nos Estados Unidos, para participar da nova temporada e chegou a compartilhar registros da viagem nas redes sociais, mas na época não revelou o motivo da estadia.

    No evento de lançamento da produção, em Nova York, o ator falou sobre os bastidores com a repórter Elisa Annenberg-Paglia, da Nozy Content. Ele contou que ficou nervoso no início do trabalho, principalmente pelo desafio de atuar em inglês e pela oportunidade de contracenar com Kim Kardashian e Glenn Close.

    Criada por Ryan Murphy, "Tudo É Justo" acompanha um grupo de advogadas especializadas em divórcios que deixa um escritório tradicional, comandado por homens, para abrir a própria firma em Los Angeles. A história mistura disputas judiciais envolvendo clientes poderosos, conflitos pessoais e desafios dentro do escritório. Além de Kim Kardashian e Naomi Watts, o elenco reúne Sarah Paulson, Glenn Close, Niecy Nash-Betts e Teyana Taylor.

    • #Cauã Reymond
    • #celebridades
    • #Kim Kardashian
    • #séries
    • #streaming

    Fonte: Portal LeoDias

  3. História

    Segredo de cadeado de naufrágio de 1583 achado em Gales desvenda mistério de 400 anos

    A peça de latão, achada na areia perto de Port Talbot, integra um conjunto de tesouros de um navio que afundou no século 16, segundo a BBC News Brasil.

    Grécio Freitas1 min de leitura
    Segredo de cadeado de naufrágio de 1583 achado em Gales desvenda mistério de 400 anos

    A descoberta de um segredo de um cadeado de latão encontrado na areia perto de Port Talbot, no País de Gales, desvendou um mistério de 400 anos, segundo a BBC News Brasil.

    De acordo com a reportagem, o cadeado faz parte de um conjunto de tesouros de um navio que naufragou em 1583.

    • #arqueologia
    • #naufrágio
    • #País de Gales

    Fonte: BBC News Brasil

  4. Tecnologia

    Justiça de SP proíbe Meta de usar conteúdo jornalístico sem autorização, inclusive em IA

    Liminar vale para veículos ligados à ANJ, à Abert e à ANER e suspende parte dos novos termos comerciais da empresa. Especialistas dizem que ainda é cedo para falar em tendência global.

    Grécio Freitas5 min de leitura
    Justiça de SP proíbe Meta de usar conteúdo jornalístico sem autorização, inclusive em IA
    Imagem via Olhar Digital

    A Justiça de São Paulo proibiu a Meta de coletar e usar sem autorização conteúdos jornalísticos de veículos ligados a três associações do setor de mídia: a Associação Nacional de Jornais (ANJ), a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) e a Associação Nacional de Editores de Revistas (ANER). A proibição inclui o desenvolvimento e o treinamento de sistemas de inteligência artificial.

    Em caso de descumprimento, a empresa estará sujeita a multa diária de R$ 1 milhão, limitada a R$ 100 milhões.

    A liminar foi concedida na terça-feira (3) pelo juiz Guilherme Madeira Dezem, em ação movida pelas três entidades. A decisão é provisória e suspende parte dos novos termos comerciais da Meta, que entrariam em vigor em 20 de novembro e condicionavam o uso das plataformas à liberação de reportagens, fotos e vídeos. A suspensão vale para os veículos associados às entidades autoras da ação.

    A decisão também determina que a Meta mantenha ativas, sem nenhum tipo de punição, as contas dos veículos que recusarem a coleta e o uso do próprio conteúdo. Para a advogada Antonielle Freitas, DPO (encarregada de proteção de dados) do escritório Viseu Advogados e membro da Comissão Especial de Privacidade e Proteção de Dados da OAB/SP, esse é um dos pontos mais importantes da liminar. “Quando o mesmo grupo controla um canal relevante de acesso aos leitores e propõe as condições para usar o conteúdo que circula fora dele, o custo de recusar pesa na negociação”, afirmou ao Olhar Digital.

    Segundo ela, um jornal poderia aceitar a cláusula pelo receio de perder público nas redes, mesmo que jamais concedesse aquela licença em uma negociação separada. “Ao impedir que a Meta restrinja as contas dos associados pela recusa, a Justiça preserva uma escolha comercial concreta”, disse.

    Marcelo Inoue Cárgano, formado em Direito pela USP, pós-graduando em Direito Digital pelo ITS-UERJ e advogado do escritório ABE Advogados, avalia que a decisão reconheceu, “de maneira prudente”, o risco de dano irreversível decorrente da própria natureza da tecnologia. “Uma vez capturados e incorporados aos processos de treinamento dos modelos de linguagem, os dados não podem ser simplesmente retirados ou eliminados desses modelos”, explica. Na prática, segundo ele, isso tornaria “extremamente difícil, quando não inviável”, reverter os efeitos com medidas posteriores.

    A diretora-executiva da ANER, Regina Bucco, disse ao Olhar Digital que a decisão representa uma vitória para o mercado editorial brasileiro e para a defesa do jornalismo profissional. “A inteligência artificial não pode se desenvolver à custa da apropriação indiscriminada de conteúdos produzidos por empresas que investem em informação de qualidade, credibilidade e responsabilidade editorial”, afirmou.

    As associações afirmam que esta é a primeira decisão no mundo contra os novos termos comerciais da Meta. Freitas faz uma ressalva: em 28 de outubro, um tribunal de Oslo, na Noruega, já havia suspendido temporariamente a aplicação dos novos termos, a pedido de empresas de mídia do país. Segundo ela, o que as entidades brasileiras apontam como inédito é uma decisão favorável a uma coalizão de associações que representam veículos de comunicação. A advogada avalia que os dois casos mostram que a contestação já é internacional, mas considera cedo para dizer que os tribunais vão convergir sobre a legalidade das cláusulas.

    Cárgano também considera prematuro falar em precedente internacional ou em tendência jurisprudencial. Fora do campo estritamente jurídico, porém, ele acredita que decisões como essa podem “funcionar como catalisadoras de debates regulatórios internacionais”, acelerando discussões que já estavam em curso. O especialista cita o Reino Unido, onde a autoridade de concorrência abriu uma investigação para apurar se as exigências contratuais da Meta configuram abuso de posição dominante ou imposição de condições comerciais desleais a veículos de comunicação e anunciantes.

    Ele também aponta uma tensão na regulação da IA entre a proteção dos direitos autorais e o estímulo à inovação. Enquanto alguns países buscam criar salvaguardas para a propriedade intelectual e ampliar a transparência no desenvolvimento de sistemas de IA, em meio a uma onda de processos movidos por autores, veículos de imprensa e empresas de mídia, outros começam a introduzir exceções legais para a mineração e a raspagem de textos e dados usados no treinamento de modelos generativos.

    Para o advogado, o caso se insere ainda no que ele chama de nova “geopolítica da tecnologia”. Ele lembra os confrontos entre plataformas digitais e tribunais superiores de vários países, inclusive do Brasil, que evidenciam os desafios dos Estados para exercer sua jurisdição sobre o ambiente digital.

    Cárgano observa que o governo dos Estados Unidos, especialmente no segundo mandato de Donald Trump, trata a concorrência tecnológica com a China como prioridade de segurança nacional e atua ativamente em defesa de suas grandes empresas de tecnologia. Nesse contexto, segundo ele, regulações estrangeiras sobre privacidade, tributação de serviços digitais, direitos autorais e moderação de conteúdo vêm sendo enquadradas pela administração americana como possíveis barreiras comerciais discriminatórias contra empresas do país, em uma estratégia que também busca preservar a liderança americana em inteligência artificial.

    Procurada pelo Olhar Digital, a Meta não quis comentar e remeteu a uma declaração global de Andy Stone, diretor de comunicações da empresa, publicada no X. Na mensagem, Stone afirma que a companhia tem ouvido o feedback dos editores sobre a proposta de atualização dos termos e que não planeja fazer alterações de política sem uma consulta completa a grupos e líderes do setor. “Como esperamos que essa consulta possa se estender além de 20 de novembro, nesse caso, adiaríamos a implementação dos termos atualizados. Até lá, nossos termos existentes permanecem em vigor”, escreveu.

    • #imprensa
    • #inteligência artificial
    • #Justiça
    • #Meta
    • #redes sociais

    Fonte: Olhar Digital

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