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  1. Tecnologia

    Redragon Zeus Pro e Havit Fuxi-H3, com surround 7.1 virtual, estão em oferta na Amazon

    Seleção do Olhar Digital reúne um modelo sem fio da Redragon e um da Havit que aceita cabo USB-C, conexão de 2,4 GHz e Bluetooth.

    Grécio Freitas2 min de leitura
    Redragon Zeus Pro e Havit Fuxi-H3, com surround 7.1 virtual, estão em oferta na Amazon
    Imagem via Olhar Digital

    O Olhar Digital selecionou dois headsets gamer com som surround 7.1 em oferta na Amazon: o Redragon Zeus Pro (modelo H510-PRO), sem fio, e o Havit Fuxi-H3, que pode ser usado com cabo, por conexão sem fio de 2,4 GHz ou por Bluetooth. Nos dois modelos, o surround 7.1 é virtual. Segundo o site, o áudio direcional ajuda a perceber passos de inimigos, explosões e detalhes do cenário durante as partidas.

    O Zeus Pro, na cor preta, é a aposta da Redragon para quem quer liberdade de movimento sem abrir mão de um áudio envolvente. De acordo com a publicação, o surround virtual oferece um posicionamento sonoro indicado tanto para jogos competitivos quanto para títulos de aventura. O modelo tem design robusto e almofadas descritas como confortáveis em sessões longas. O microfone conta com cancelamento de ruído, para que a comunicação com a equipe saia clara.

    Já o Fuxi-H3 tem três formas de conexão: cabo USB-C, sem fio de 2,4 GHz com baixa latência e Bluetooth. Com isso, funciona no PC, no console e até no celular, e o Olhar Digital o indica para quem joga em várias plataformas e não quer depender de um único aparelho. O headset também tem surround 7.1 virtual, microfone removível e, segundo a descrição, bateria para sessões longas.

    De acordo com o site, ofertas desse tipo costumam ter estoque limitado, e as condições podem mudar a qualquer momento. A seleção usa links de um programa de afiliados, e o Olhar Digital pode receber comissão pelas vendas. O veículo afirma que nenhuma empresa participou da escolha dos produtos e que o conteúdo não passou por aprovação prévia.

    • #Amazon
    • #Guia de compras
    • #Promoção
    • #videogame

    Fonte: Olhar Digital

  2. Eleições

    "Empreendireita": grupo de apoiadores de Flávio Bolsonaro orienta boicote a petistas

    Integrantes divulgam listas de estabelecimentos para incitar o veto e fazem piadas sobre assassinar petistas, segundo o Metrópoles.

    Grécio Freitas1 min de leitura
    "Empreendireita": grupo de apoiadores de Flávio Bolsonaro orienta boicote a petistas
    Imagem via Metrópoles

    Um grupo bolsonarista que se identifica como "Empreendireita" está orientando um boicote a petistas no interior, segundo o Metrópoles. Formado por apoiadores de Flávio Bolsonaro (PL), o grupo divulga listas de estabelecimentos com o objetivo de incitar o veto a esses locais.

    De acordo com a reportagem, os integrantes do grupo também fazem piadas sobre assassinar petistas.

    • #bolsonarismo
    • #discriminação política
    • #Flávio Bolsonaro
    • #PL
    • #PT

    Fonte: Metrópoles

  3. Teoria

    Artigo da Jacobin Brasil defende levar a sério a política geracional da Geração Z

    Análise parte da ofensiva da The Economist contra o "socialismo da Geração Z", percorre protestos da Índia à Sérvia e confronta a teoria geracional de Strauss e Howe com as críticas de Vincent Bevins e Adolph Reed Jr.

    Grécio Freitas6 min de leitura
    Artigo da Jacobin Brasil defende levar a sério a política geracional da Geração Z

    Um artigo de análise publicado pela Jacobin Brasil defende que a onda global de protestos liderados por jovens não seja descartada como mero rótulo de marketing. Para o autor, a identidade geracional pode ser vista como uma forma de as pessoas darem sentido às oportunidades que têm na vida e às que lhes são negadas.

    O ponto de partida do texto é a revista The Economist, que, em meados do ano, dedicou uma edição inteira a "contra-atacar" o chamado "socialismo da Geração Z", tratado pela publicação como uma "ameaça à prosperidade". Segundo o artigo, a revista convocou outros liberais defensores do livre mercado a "pararem de se desculpar" e a apresentarem uma "defesa mais incisiva do capitalismo". A Economist recebeu muitas respostas críticas e depois publicou uma seleção delas numa seção intitulada "Fomos rápidos demais em atacar o socialismo da Geração Z?".

    O fenômeno em questão, de acordo com o autor, é o apoio crescente dos jovens à taxação de bilionários, à socialização da economia e ao fim do que ele chama de genocídio em Gaza. Como exemplos, o texto cita a popularidade do prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, do líder do Partido Verde da Inglaterra, Zack Polanski, e do candidato à presidência francesa Jean-Luc Mélenchon.

    Para o autor, porém, a verdadeira reação veio das ruas. Na Índia, no mesmo dia em que saiu o editorial da Economist, dezenas de milhares de jovens tomaram as ruas de Nova Déli, entraram em confronto com a polícia e paralisaram o centro da capital. Segundo o artigo, o estopim foram declarações do presidente do Supremo Tribunal da Índia, Surya Kant, que comparou jovens desempregados a "baratas" e "parasitas" durante uma audiência na Suprema Corte. O movimento começou com reivindicações sobre educação e depois passou a incluir demandas por reformas eleitorais e econômicas.

    O texto situa esses atos numa série de levantes da Geração Z que se concentrou inicialmente na Ásia e na África. No Nepal, em Madagascar, em Bangladesh e no Sri Lanka, movimentos estudantis derrubaram governos. Em outros lugares, os protestos foram brutalmente reprimidos; em Mianmar, culminaram em guerra civil.

    Neste outono, segundo o artigo, a mobilização chegou a vários países europeus. Na França, na Bélgica e na Itália, estudantes do ensino médio lideram protestos contra a austeridade na educação. Na Espanha e em Portugal, jovens estão à frente de manifestações contra a alta dos preços dos imóveis. Na Albânia, a chamada Revolução dos Flamingos exige a renúncia do primeiro-ministro por causa de um desenvolvimento turístico apontado como prejudicial ao meio ambiente e à sociedade, incluindo um resort controverso apoiado por Jared Kushner, genro do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Na Sérvia, o movimento Lista Estudantil conquistou maioria absoluta nas eleições parlamentares de domingo, depois de dois anos de protestos anticorrupção e contra a mineração liderados por jovens.

    O autor reconhece que o rótulo "Geração Z" dificilmente dá conta de movimentos tão diversos e que, em muitos casos, é um clichê imposto de fora por especialistas que conhecem pouco as dinâmicas locais. Ainda assim, afirma que a geração se tornou um dos principais vetores de organização e identificação desses movimentos. Os exemplos são o Gen Z Mada, em Madagascar, o Gen Z 212, no Marrocos, e o Gen Z regelt, na Alemanha, além do grito "Vocês mexeram com a geração errada!", nascido no movimento de desobediência civil de Mianmar em 2021, e do slogan francês "Génération 6–7 refait Mai 68" (A Geração 6–7 está repetindo Maio de 68), que viralizou.

    O artigo também discute a origem dessas categorias. Segundo o texto, designações como baby boomers, Geração X, millennials e Geração Z não vêm da teoria marxista, mas de consultores empresariais, institutos de pesquisa e think tanks predominantemente estadunidenses, como o Pew Research Center. Desde os anos 1960, corporações de marketing dos EUA construíram uma indústria lucrativa em torno do estudo de supostas coortes geracionais.

    A formulação mais influente, segundo o autor, é a de William Strauss e Neil Howe, autores de Generations (1991) e The fourth turning (1997). Para eles, a história avança em ciclos de 80 a 100 anos, divididos em quatro "viradas" que se sucedem sempre na mesma ordem, cada uma associada a um arquétipo geracional: o profeta, o nômade, o herói e o artista. O artigo classifica essas ideias como esotéricas e observa que elas têm admiradores em diferentes campos políticos. Steve Bannon descreveu The fourth turning como "fundamental para sua visão de mundo" e baseou nele o documentário Generation Zero, de 2010. Al Gore chamou Generations de "o livro mais estimulante e politicamente relevante sobre a história estadunidense que já li" e enviou um exemplar a cada membro do Congresso. Bill Clinton, por sua vez, teria sido influenciado pela obra ao escolher Gore como vice na eleição de 1992.

    O texto lembra que muitos pensadores da esquerda desconfiam desse enquadramento. Vincent Bevins, citado no artigo, diz que afirmar que um levante será "liderado pela Geração Z" equivale a pouco mais do que dizer que ele acontecerá em 2025 e que "a estrutura geracional é um sintoma de pobreza intelectual". Adolph Reed Jr. vê a perspectiva geracional como produto de institutos de pesquisa e consultores, oferecida como alternativa à organização de bases sólidas em torno de questões, programas e visão política. O autor concorda que falar em divisões geracionais pode obscurecer as relações capitalistas no centro da crise, mas sustenta que muitos jovens vivem os problemas atuais em termos explicitamente geracionais.

    Para defender esse ponto, o artigo traz números. Segundo o texto, mais de 2 bilhões de pessoas pertencem à Geração Z, nascida entre 1997 e 2012, a maior geração de todos os tempos; somada à Geração Alfa, ela representa quase metade da população mundial. Nove em cada dez jovens trabalhadores em países de baixa e média-baixa renda estão na informalidade e sem proteção, e o desemprego juvenil vem aumentando. O autor afirma que o quadro piorou com o que chama de guerra de agressão dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, que, segundo ele, elevou a inflação e provocou escassez global de petróleo, gás, fertilizantes e produtos petroquímicos.

    De acordo com o artigo, os protestos no Sul Global giraram principalmente em torno da corrupção, enquanto os europeus se concentraram na austeridade e no custo de vida. O autor liga as duas pautas a estratégias da classe dominante diante da crise da economia global e cita outros temas recorrentes: aluguéis, alistamento militar obrigatório, mudanças climáticas e a ansiedade com os impactos da inteligência artificial.

    O texto se apoia ainda em dois autores. Em The alibi of capital, o teórico político e historiador Timothy Mitchell descreve a injustiça intergeracional como característica fundamental do capitalismo, "uma forma de vida construída sobre a destruição dos meios de subsistência do futuro". Em Generation left, o economista político Keir Milburn propõe o conceito de "gerações políticas", grupos que se unem em torno de uma interpretação comum de eventos como pandemias ou crises financeiras. Dentro de uma mesma faixa etária, porém, pode haver respostas diferentes, o que abre espaço para as diferenças de classe.

    Segundo o artigo, muitos manifestantes reconhecem essa interação entre classe e geração, e um elemento definidor das revoltas recentes tem sido o ódio de classe contra os "nepo babies", filhos de políticos e de outras elites que ostentam sua riqueza.

    • #custo de vida
    • #Geração Z
    • #Índia
    • #protestos
    • #socialismo

    Fonte: Jacobin Brasil

  4. Venture Capital

    ABStartups divulga finalistas do Startup Awards 2026, com categorias nas cinco regiões

    O júri vota até 18 de novembro. Os vencedores serão anunciados nos dias 26 e 27 no CASE26, na USP, que terá entrada gratuita pela primeira vez.

    Grécio Freitas4 min de leitura
    ABStartups divulga finalistas do Startup Awards 2026, com categorias nas cinco regiões
    Imagem via Startups

    O Startup Awards 2026 já tem os finalistas de todas as categorias, definidos após o fim da votação popular. A premiação é organizada pela Associação Brasileira de Startups (ABStartups) em parceria com a agência de growth Blanko. Nesta edição, o prêmio aposta na expansão regional, com categorias dedicadas às cinco regiões do país, além das disputas nacionais.

    Os finalistas saíram das indicações abertas ao público e da votação popular, realizada entre 7 e 21 de outubro, com direito a um voto por categoria. A lista reúne startups em estágio inicial, jornalistas, mentores, investidores, comunidades e organizações que apoiam o empreendedorismo no Brasil. As informações são do Startups, que também está na disputa: o veículo concorre a Veículo de Comunicação de Startups do Ano, e o jornalista Gustavo Brigatto, da mesma redação, é finalista em Jornalista de Startups Sudeste.

    “Ver startups, comunidades e profissionais do Norte, do Nordeste e do Centro-Oeste disputando de igual para igual com polos mais tradicionais mostra que a inovação brasileira acontece em todos os cantos e que o reconhecimento precisa sim acompanhar essa realidade”, afirmou Lindomar Góes, presidente da ABStartups, em nota enviada à imprensa.

    A decisão agora fica com o júri, que vota de 4 a 18 de novembro. Os resultados serão anunciados no palco do CASE26, evento de startups e empreendedorismo da ABStartups: os vencedores das categorias regionais serão conhecidos em 26 de novembro, e os das nacionais, no dia 27. O evento será realizado na USP e terá, pela primeira vez, entrada gratuita.

    Alguns nomes aparecem em mais de uma lista. A NeuroLearn concorre em três categorias nacionais: Diversidade, Inteligência Artificial e Impacto Social e Ambiental. A BestContent AI disputa Startup Revelação Nordeste e Startup de Inteligência Artificial do Ano. A UberHub Startups é finalista em Comunidade de Startups Sudeste e em Comunidade de Startups do Ano, e o Hub Cerrado aparece em Corporação de Educação de Startups e em Hub de Startups do Ano. Na região Nordeste, a categoria de investidor não recebeu indicações nesta edição.

    Veja a lista completa de finalistas.

    Região Norte

    • Startup Revelação: PromptJus, Bactolac e Império Amazônico
    • Jornalista de Startups: Michele Ferreira, Amanda Mota e Vitor Alves
    • Comunidade de Startups: Açaí Valley, Tucuju Valley e Jaraqui Valley
    • Mentor de Startups: Marcos Moura, Anderson Santos Fernandes e Amanda Ferreira
    • Investidor de Startups: Denis Minev, Samara Nunes e Vitor Alves

    Região Nordeste

    • Startup Revelação: Entrega+, BestContent AI e Roumi App
    • Jornalista de Startups: Joyce Ellen Marçal Cavalcante, Roberto Serra e Filipe de Santana Viana
    • Comunidade de Startups: Rapadura Valley, SOLuises e Manguezal
    • Mentor de Startups: Rich Soares, Vinicius Sirino e Vítor Andrade
    • Investidor de Startups: sem indicações nesta edição

    Região Centro-Oeste

    • Startup Revelação: ClimaGyn, RuralZap e WiMilk
    • Jornalista de Startups: Mariana Hipólito, Camila Melo e Amanda Maia Santos
    • Comunidade de Startups: CampoLab, Akcit for Startups e Black Stars
    • Mentor de Startups: Bianca Porto, Wiviany Araújo e Giancarllo Ribeiro Vasconcelos
    • Investidor de Startups: Uiatã Pires, Marcelo Martins Bassetto e Lucas Sigu

    Região Sudeste

    • Startup Revelação: Box24x7, Aimirim e Vholom
    • Jornalista de Startups: Bárbara Almeida, Marystela Barbosa e Gustavo Brigatto
    • Comunidade de Startups: UberHub Startups, Ladies in Tech e ABC Valley
    • Mentor de Startups: Angelo Henrique da Silva Santos, Roberto Viana e Renata Naddeo
    • Investidor de Startups: Roberto Viana, Carol Paiffer e Claudia Rosa

    Região Sul

    • Startup Revelação: Guapeco, Beepay e Applause
    • Jornalista de Startups: Ana Paula Dahlke, Rubia Laidens e Fabricio Umpierres
    • Comunidade de Startups: CaldeirAmigos, Costa Valley e Comunidade Sinos Valley
    • Mentor de Startups: Marco Petrelli, Alexandre Noronha e Roberta Haas
    • Investidor de Startups: Leandro Piazza, Thiago Schütz e Carlos “Guto” Schwochow

    Categorias nacionais

    • Startup Scale Up do Ano: Asaas, Nomad e Kanastra
    • Fundador de Startup do Ano: Edilson Botto, Victor Levi e Paulo Perez
    • Fundadora de Startup do Ano: Renata Costa, Amanda Durante e Patrícia Janczak
    • Startup de Diversidade do Ano: NeuroLearn, Negrana e Toti Diversidade
    • Startup de Inteligência Artificial do Ano: NeuroLearn, BestContent AI e NeoSpace
    • Startup de Impacto Social e Ambiental: NeuroLearn, Nanoterra e Guia da Alma
    • Corporação Apoiadora de Startups: Sebrae, Algar (Brain) e Unimed Fortaleza
    • Corporação de Educação de Startups: Sebrae Startups, Hub Cerrado e ACATE SC
    • Comunidade de Startups do Ano: Startup SC, UberHub Startups e Bioma Startups
    • Fundo de Investimentos de Startups: Agroven, Inova Startups e Wow Aceleradora
    • Aceleradora de Startups do Ano: 49 Educação, ACE Ventures e Bridge Aceleradora
    • Veículo de Comunicação de Startups do Ano: Startups.com.br, UberHub Podcast e Economia SC
    • Hub de Startups do Ano: ACATE, Hub Cerrado e Instituto Caldeira
    • Programa de Internacionalização de Startups do Ano: Apex Brasil, Uberlândia Internacional e StartOut Brasil (Anprotec)
    • Programa de Formação de Startups: Startup University, UberHub Code e Centelha
    • #ABStartups
    • #Empreendedorismo
    • #Startup Awards
    • #startups
    • #venture capital

    Fonte: Startups

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