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  1. PS5

    Sucker Punch, de Ghost of Yotei, demite 26 funcionários semanas após DLC no PS5

    Segundo o site Aftermath, os cortes chegam pouco depois do lançamento do DLC e da Edição Completa do jogo no console da Sony, pouco mais de um ano após a estreia do título.

    Grécio Freitas1 min de leitura
    Sucker Punch, de Ghost of Yotei, demite 26 funcionários semanas após DLC no PS5
    Imagem via IGN Brasil

    A Sucker Punch, estúdio responsável por Ghost of Yotei, demitiu 26 funcionários, segundo o site Aftermath. A informação foi repercutida pela IGN Brasil.

    Os cortes ocorreram poucas semanas após o lançamento do DLC e da Edição Completa de Ghost of Yotei para PS5 e pouco mais de um ano depois da estreia do jogo mais recente do estúdio.

    Ao noticiar as demissões, a IGN Brasil destacou uma declaração sobre o momento: "Não há como negar que este é um dia difícil".

    • #Ghost of Yotei
    • #mercado de games
    • #PlayStation
    • #PS5
    • #Sucker Punch

    Fonte: IGN Brasil

  2. Editais

    Programa Djalma Maranhão aprova 27 novos projetos culturais de Natal e prorroga um

    Pagodini, Domingo na Arena, Bosque Encena e FLIQ estão entre os aprovados. O Ação Leitura 2026, da Editora Jovens Escribas, foi prorrogado.

    Grécio Freitas1 min de leitura
    Programa Djalma Maranhão aprova 27 novos projetos culturais de Natal e prorroga um

    A Comissão Normativa do Programa Djalma Maranhão aprovou 27 novos projetos culturais de Natal na sexta-feira (23) e prorrogou o projeto Ação Leitura 2026, da Editora Jovens Escribas, segundo o Papo Cultura, blog de Sérgio Vilar.

    Entre os aprovados estão o Pagodini, o Domingo na Arena, o Bosque Encena, o Som da Mata, o Encanta Natal e a Feira de Livros e Quadrinhos de Natal (FLIQ).

    A lista completa dos projetos aprovados está no fim do arquivo de divulgação, na seção Outras Publicações.

    • #Natal
    • #políticas públicas
    • #Programa Djalma Maranhão
    • #Rio Grande do Norte

    Fonte: Papo Cultura

  3. História

    Pesquisa da UFRN relaciona indústria de Natal em 1985 à Sudene e a incentivos fiscais

    O economista Eriberto Alves Medeiros Neto associa a expansão das fábricas à Sudene, à Petrobras e à guerra fiscal, e aponta a formação de periferias com mão de obra barata.

    Grécio Freitas3 min de leitura
    Pesquisa da UFRN relaciona indústria de Natal em 1985 à Sudene e a incentivos fiscais

    Um Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) em Economia na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) reconstitui como era a indústria de Natal em meados dos anos 1980. Segundo os registros reunidos pelo economista Eriberto Alves Medeiros Neto, autor do estudo, havia em 1985 472 unidades fabris e mais de 20 mil empregos formais. A pesquisa foi divulgada pelo site Brechando.

    Diferentemente de outros países, o Brasil só se industrializou no século XX. Em Natal, a atividade industrial surgiu no pós-guerra e se intensificou na década de 1970, com a criação de incentivos fiscais. Antes disso, algumas fábricas da capital nasceram graças à Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), estatal criada em 1959 para investir na economia da região.

    De acordo com o economista, Natal recebeu muitos investimentos a partir dos anos 1970, ligados ao II Plano Nacional de Desenvolvimento (PND) e à atuação da Sudene. Com programas de incentivo fiscal, como o Fundo 34/18-Finor, o Rio Grande do Norte viveu, nas palavras do estudo, um "surto de modernização capitalista".

    Outro marco foi a chegada da Petrobras, em 1973/74, que dinamizou o interior do estado, sobretudo a região de Mossoró, com milhares de empregos na extração e produção de petróleo e com recursos de royalties injetados na economia local.

    Na década de 1980, apesar da resistência de alguns empresários, a industrialização cresceu bastante. A pesquisa associa esse avanço à migração do latifúndio para o setor têxtil, principalmente depois da crise do algodão provocada pela praga do bicudo. Segundo Medeiros Neto, Natal era vendida na época como a terra da oportunidade industrial e turística. A capital recebia tanto técnicos qualificados para o setor de petróleo quanto mão de obra sem qualificação, que ocuparia as periferias.

    Nesse período, o estado buscava áreas com infraestrutura estatal já pronta. Enquanto as indústrias têxtil e de alimentos estagnavam em algumas áreas, a extração mineral e o turismo despontavam como novos motores da economia.

    "No caso de Natal, esse processo foi mediado pelos incentivos da Sudene. A criação do Distrito Industrial em Parnamirim exemplifica a tentativa de industrialização regional. Em Natal, o resultado foi a formação de um vasto exército industrial de reserva, que se assentou em ocupações periféricas, como a Zona Norte de Natal e áreas de Parnamirim. O capital investido na região buscava menos o bem-estar social e mais a reprodução em si, através de baixos salários e incentivos fiscais", afirma o economista.

    Com o enfraquecimento do modelo centralizado de desenvolvimento regional e da própria Sudene, em um contexto que inclui a Constituição Federal de 1988, ganhou espaço o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Industrial (Proadi), instituído pela Lei Estadual nº 6.000/1987. Para o pesquisador, o programa buscou atrair capital externo por meio da "guerra fiscal". "Embora esses mecanismos tenham fomentado a criação de novos distritos industriais, eles também aprofundaram a concentração das atividades na Região Metropolitana de Natal", disse.

    O Proadi se baseava no diferimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Ao contrário dos incentivos federais, oferecia desoneração fiscal direta às empresas, que em troca deveriam gerar empregos e descentralizar a produção. Do fim dos anos 1980 a meados da década de 1990, o programa foi decisivo para a instalação de indústrias têxteis, de calçados e de processamento de alimentos na Região Metropolitana de Natal, embora boa parte das empresas beneficiadas pertencesse aos ramos industriais tradicionais do estado.

    O programa existe até hoje e, junto com a construção de conjuntos habitacionais, ajudou a urbanizar cidades da Grande Natal e a Zona Norte da capital.

    • #economia
    • #indústria
    • #Natal
    • #Rio Grande do Norte
    • #UFRN

    Fonte: Brechando

  4. Rio Grande do Norte

    Governador eleito do RN, Cadu promete retomar 13º dos servidores com 40% em julho

    Um dia depois de vencer o segundo turno, o petista também falou em negociar o consignado com o Banco do Brasil e em avaliar as secretarias antes de anunciar a equipe.

    Grécio Freitas3 min de leitura
    Governador eleito do RN, Cadu promete retomar 13º dos servidores com 40% em julho

    O governador eleito do Rio Grande do Norte, Cadu de Lula (PT), afirmou que pretende retomar o calendário de pagamento do 13º salário dos servidores estaduais, com antecipação de 40% em julho e quitação do restante até dezembro. Segundo o Agora RN, a declaração foi dada em entrevista ao Jornal do Dia, da TV Ponta Negra, nesta segunda-feira (26), um dia depois da vitória dele no segundo turno.

    O petista incluiu a medida entre as prioridades para depois da posse, em janeiro de 2027. A proposta também contempla os aposentados e busca recuperar um calendário de pagamentos adotado anteriormente pelo Estado.

    "Vou trabalhar pelos servidores públicos, inclusive os aposentados, para que a gente retome aquele calendário que era normal aqui no Rio Grande do Norte, pagar o 13º, 40% em julho e o restante até dezembro", declarou.

    O governador eleito também disse que pretende abrir negociações com o Banco do Brasil para retomar a oferta de empréstimos consignados aos servidores estaduais. As conversas devem ocorrer nos primeiros meses da nova gestão, mas ele não apresentou prazo para concluí-las. Cadu relacionou as dificuldades no crédito consignado à situação financeira do Estado e afirmou que o governo de Fátima Bezerra (PT) priorizou o pagamento da folha salarial.

    Antes de escolher o secretariado, o petista quer fazer um diagnóstico das pastas para identificar os resultados da gestão atual e os problemas que ainda precisam ser resolvidos. Ele reconheceu que indicações políticas podem fazer parte da equipe, principalmente pela necessidade de construir apoio na Assembleia Legislativa, mas disse que vai considerar a capacidade técnica, a honestidade e a responsabilidade social dos indicados.

    "Não abro mão da honestidade, do perfil técnico e da responsabilidade social. Esses são os critérios", afirmou. Cadu não antecipou nomes. A equipe deve ser definida depois da avaliação da estrutura administrativa e das prioridades para o início do mandato.

    Sobre a Assembleia Legislativa, Cadu avalia que a base do futuro governo pode começar com dez deputados: sete da federação partidária e três eleitos pelo PSDB. A intenção é ampliar esse grupo para facilitar a tramitação e a aprovação das propostas enviadas pelo Executivo.

    Questionado sobre a eleição para a presidência da Casa, ele disse que a escolha caberá aos próprios parlamentares. "A discussão sobre o nome vai ser uma discussão que vai se dar pelos deputados estaduais", declarou.

    O governador eleito também comentou a participação de Fátima Bezerra na campanha. Segundo ele, houve cobranças para que se afastasse politicamente da governadora, mas a aliança foi mantida até o fim da disputa. "Muita gente disse, durante esse processo, para eu largar Fátima, mas eu não a larguei, e ela também não me largou", afirmou. Cadu atribuiu parte da vitória à associação com a campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

    Para o mandato, o petista pretende trabalhar em parceria com o governo federal para viabilizar obras no estado. Entre os projetos mencionados está a construção de uma terceira ponte em Natal. De acordo com ele, algumas discussões podem começar ainda no governo de Fátima Bezerra. Cadu não anunciou cronograma para a obra nem detalhou quais projetos terão prioridade nos primeiros meses da administração.

    • #13º salário
    • #Cadu de Lula
    • #PT
    • #Rio Grande do Norte
    • #servidores públicos

    Fonte: Agora RN

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