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  1. Lançamentos

    Burger Shot, lanchonete de GTA 6, vai ganhar versão real na arena do Miami Heat

    O restaurante de fast-food do jogo vai deixar de existir apenas na ficção, segundo a IGN Brasil.

    Grécio Freitas1 min de leitura
    Burger Shot, lanchonete de GTA 6, vai ganhar versão real na arena do Miami Heat
    Imagem via IGN Brasil

    O Burger Shot, restaurante de fast-food de GTA 6, vai ganhar uma versão na vida real. Segundo a IGN Brasil, a lanchonete do universo de Grand Theft Auto VI chegará à arena do Miami Heat.

    • #Burger Shot
    • #GTA 6
    • #Miami Heat

    Fonte: IGN Brasil

  2. Cultura

    Ocarina of Time no Switch 2: psicólogo explica por que revisitar Hyrule pode emocionar

    Manoel Acioli usa o salto de sete anos de Link e estudos de 2026 sobre nostalgia para explicar como rever o clássico de 1998 mexe com a memória de quem o jogou na infância.

    Grécio Freitas4 min de leitura
    Ocarina of Time no Switch 2: psicólogo explica por que revisitar Hyrule pode emocionar
    Imagem via Superinteressante

    The Legend of Zelda: Ocarina of Time ganha uma nova versão para Nintendo Switch 2 em 5 de novembro. Para o psicólogo Manoel Acioli, quem voltar a Hyrule pode reencontrar mais do que cenários e desafios: também as lembranças de quando jogou pela primeira vez e uma outra versão de si mesmo. Acioli, doutor em psicologia e especialista em terapias gamificadas e RPG terapia, apresentou a análise em artigo publicado pela Superinteressante.

    Lançado em 1998 para o Nintendo 64, Ocarina of Time acompanha Link na missão de salvar o reino de Hyrule da ameaça de Ganondorf, numa jornada por florestas, vilarejos e templos. Em certo momento, o herói retira a Espada Mestra do pedestal, atravessa sete anos e desperta mais velho. Mais adiante, passa a poder viajar entre as duas épocas.

    Para Acioli, a passagem dialoga com a experiência de quem retorna ao jogo depois de adulto: Link atravessa o tempo dentro da aventura, enquanto o jogador percebe o tempo que passou fora dela. A diferença, segundo ele, é que reiniciar a partida é possível, mas reunir de novo as condições da primeira jogada é muito mais difícil.

    Ao despertar sete anos depois, Link encontra uma Hyrule transformada pelo domínio de Ganondorf, e lugares conhecidos aparecem em outras condições. O psicólogo argumenta que é justamente a familiaridade que torna a mudança evidente: se tudo fosse inteiramente estranho, haveria descoberta; como algo permanece, surge a possibilidade de perceber uma perda. Ele lembra que o próprio manual do jogo destaca a transformação do reino nesse intervalo e as consequências das ações da infância sobre a etapa adulta.

    Na leitura de Acioli, a cena funciona como uma figura da experiência de crescer. Um lugar da infância continua localizável, mas isso não garante que possamos habitá-lo como antes: as pessoas mudaram, as relações assumiram outras formas e o próprio visitante ganhou preocupações que antes desconhecia. No jogo, a mudança vem numa ruptura abrupta. Na vida, costuma se tornar perceptível no retorno, quando a comparação reúne num único encontro transformações que levaram anos.

    A possibilidade de alternar entre as idades também tem paralelo com o ato de rejogar. Link volta a um momento anterior, mas quem está no controle conserva o que aprendeu na outra época. Da mesma forma, quem revisita Ocarina of Time já conhece caminhos que antes exigiam exploração. Para o autor, esse saber muda a travessia: o percurso familiar pode trazer alívio, mas já não produz a mesma surpresa.

    Acioli distingue lembrar como o jogo funciona de recordar os momentos vividos enquanto se jogava. É possível reconhecer comandos e antecipar a solução de um desafio sem que isso venha acompanhado da memória de quem estava ao lado ou do que se sentiu ao descobrir o que havia depois de uma passagem. Daí viriam sentimentos inesperados, como conhecer o caminho e sentir falta de quem o percorreu junto, ou reconhecer a música e lembrar de uma época em que as preocupações eram outras.

    Ele acrescenta que experiências de separação ou mudanças importantes podem dar outro peso a trechos que, na infância, pareciam apenas mais uma etapa da aventura. É o que o autor chama de "paradoxo do retorno": quanto mais se reconhece uma passagem, mais se percebe a distância em relação à primeira vez.

    Para sustentar a análise, o artigo cita pesquisas publicadas em 2026. Uma meta-análise de Evan Weingarten, da Universidade do Sul da Califórnia, nos Estados Unidos, reuniu mais de 400 experimentos sobre os desencadeadores da nostalgia e seus benefícios. O trabalho indicou que situações de ameaça psicológica podem despertar nostalgia e que essa emoção pode favorecer o bem-estar.

    A explicação discutida no estudo é que recordar acontecimentos pessoalmente importantes oferece recursos para enfrentar dificuldades do presente: diante da solidão ou da perda de sentido, por exemplo, lembranças de experiências compartilhadas podem recuperar sentimentos de pertencimento e de conexão com a própria história. Os benefícios, porém, variam conforme características individuais e a forma como a nostalgia é evocada.

    No mesmo ano, Michael Mask, da Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá, publicou dois experimentos sobre o tema. Participantes que escreveram sobre uma lembrança nostálgica passaram a avaliar a própria trajetória como mais rica em experiências interessantes, variadas e capazes de transformar sua maneira de entender o mundo, em comparação com os que escreveram sobre um acontecimento cotidiano. O fator que mais se destacou foi o caráter incomum dos episódios recordados: as memórias nostálgicas traziam à atenção acontecimentos que fugiam da rotina e tornavam a história pessoal mais diversa e significativa.

    A partir desses resultados, Acioli sustenta que o valor de uma lembrança pode incluir a complexidade do que ela faz perceber. No caso de Ocarina of Time, a satisfação de reconhecer um cenário pode conviver com a consciência do tempo que passou, e a lembrança de ter jogado com alguém pode ser afetuosa e dolorosa ao mesmo tempo, sem que o passado precise ser descrito como uma época inteiramente feliz. Para o psicólogo, quem reencontra o jogo depois de anos passa a incorporar à experiência da obra a própria distância entre as partidas.

    • #Nintendo Switch 2
    • #nostalgia
    • #Ocarina of Time
    • #psicologia
    • #The Legend of Zelda

    Fonte: Superinteressante

  3. Economia

    Ibovespa sobe e dólar fecha abaixo de R$ 5 no último pregão antes do 2º turno

    Na semana, o dólar acumulou queda de 1,57%, e o Ibovespa recuou 0,17%. Analista avalia que pesquisa eleitoral pode ter ajudado na recuperação da Bolsa à tarde.

    Grécio Freitas1 min de leitura
    Ibovespa sobe e dólar fecha abaixo de R$ 5 no último pregão antes do 2º turno
    Imagem via Blog do BG

    O Ibovespa fechou em alta de 0,47%, aos 205.082 pontos, e o dólar à vista caiu 0,90% na sexta-feira (23), último pregão antes do segundo turno da eleição presidencial. Segundo o Blog do BG, a moeda americana terminou o dia cotada a R$ 4,993, abaixo de R$ 5 pela primeira vez desde 12 de outubro.

    Apesar da alta no dia, o principal índice da Bolsa brasileira acumulou queda de 0,17% na semana. Já o dólar teve desvalorização de 1,57% no mesmo período. Entre as principais ações, Vale, Petrobras e os papéis de bancos fecharam em alta.

    Ao longo da sessão, os investidores acompanharam a prévia da inflação, a valorização do petróleo e as pesquisas eleitorais divulgadas às vésperas da votação. As expectativas sobre o resultado da eleição e sobre os rumos da política econômica também influenciaram as negociações.

    Para Rodrigo Moliterno, da Veedha Investimentos, a pesquisa do instituto Veritá pode ter contribuído para a recuperação da Bolsa durante a tarde. O levantamento aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 51,3% dos votos válidos, contra 48,7% de Lula (PT).

    A pesquisa ouviu 15 mil pessoas e tem margem de erro de um ponto percentual. Ela está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-06070/2026.

    • #economia
    • #Flávio Bolsonaro
    • #mercado de capitais
    • #pesquisa eleitoral
    • #segundo turno

    Fonte: Blog do BG

  4. Eleições

    Pesquisa Veritá: Flávio Bolsonaro tem 51,3% e Lula, 48,7% dos votos válidos no 2º turno

    O levantamento ouviu 15.554 eleitores entre 18 e 22 de outubro e tem margem de erro de 1 ponto percentual.

    Grécio Freitas1 min de leitura
    Pesquisa Veritá: Flávio Bolsonaro tem 51,3% e Lula, 48,7% dos votos válidos no 2º turno
    Imagem via Blog do BG

    Flávio Bolsonaro (PL) tem 51,3% dos votos válidos no segundo turno da disputa pela Presidência da República, contra 48,7% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo pesquisa do Instituto Veritá divulgada nesta sexta-feira (23). Os números foram publicados pelo Blog do BG.

    Os percentuais são do cenário estimulado, em que os entrevistados recebem uma lista com os nomes dos candidatos. A diferença entre os dois é de 2,6 pontos percentuais.

    O levantamento foi feito de 18 a 22 de outubro e ouviu 15.554 eleitores. A margem de erro é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06070/2026.

    • #Eleições 2026
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    • #segundo turno

    Fonte: Blog do BG

  5. Mais notícias
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