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  1. Judiciário

    Deputados do PT pedem a Moraes prisão preventiva de Flávio Bolsonaro

    Os parlamentares afirmam que o senador perdeu o prazo para entregar os passaportes e pedem sua inclusão na lista vermelha da Interpol. A Polícia Federal investiga relatos de que ele teria deixado o país pela Argentina.

    Grécio Freitas1 min de leitura
    Deputados do PT pedem a Moraes prisão preventiva de Flávio Bolsonaro
    Imagem via Blog do BG

    Deputados do PT acionaram nesta terça-feira (27) o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para pedir a prisão preventiva do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), segundo o Blog do BG. Assinam a representação os deputados Lindbergh Farias (PT-RJ) e Rogério Correia (PT-MG) e a deputada federal eleita Ana Elisa (PT-MG). Eles também pedem que o senador seja incluído na lista vermelha da Interpol caso seja expedido um mandado de prisão.

    De acordo com a representação, Flávio teria descumprido o prazo para entregar os passaportes, encerrado às 11h desta terça. Os petistas alegam risco de fuga e pedem que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste com urgência.

    Relatos publicados pelo site argentino Infobae e por uma coluna jornalística apontam que o senador teria deixado o Brasil pela fronteira com a Argentina e seguiria para os Estados Unidos. A Polícia Federal investiga a informação. O governo argentino afirma não haver registro oficial da entrada dele no país.

    Os deputados pedem ainda que a defesa de Flávio informe onde ele está e que a Argentina forneça dados sobre os passageiros e sobre o responsável pela contratação da aeronave.

    Como alternativa à prisão, caso o senador seja localizado no Brasil, os parlamentares sugerem uso de tornozeleira eletrônica, recolhimento domiciliar à noite e nos dias de folga e comparecimento periódico à Justiça.

    • #Alexandre de Moraes
    • #Flávio Bolsonaro
    • #Passaportes
    • #PT
    • #STF

    Fonte: Blog do BG

  2. Eleições

    Aliados veem indicação de Pacheco ao STF ganhar força após visita de Alcolumbre a Lula

    O entorno de Rodrigo Pacheco atribui o avanço ao encontro da tarde de segunda-feira entre o presidente do Senado e o presidente reeleito.

    Grécio Freitas1 min de leitura
    Aliados veem indicação de Pacheco ao STF ganhar força após visita de Alcolumbre a Lula
    Imagem via Metrópoles

    Aliados de Rodrigo Pacheco afirmam que a possibilidade de ele ser indicado ao Supremo Tribunal Federal (STF) está "escalando", segundo o Metrópoles.

    De acordo com esse grupo, a hipótese ganhou força depois que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, visitou o presidente reeleito, Lula, na tarde de segunda-feira. Por enquanto, a indicação é tratada como uma possibilidade.

    • #Davi Alcolumbre
    • #governo Lula
    • #Lula
    • #Rodrigo Pacheco
    • #STF

    Fonte: Metrópoles

  3. Judiciário

    Moraes pode usar inquérito contra Flávio para conter pressão por impeachment, diz coluna

    Aliados do senador e integrantes do governo Lula avaliam que a investigação sobre lavagem de dinheiro via casas de apostas pode pesar na movimentação contra o ministro no Senado.

    Grécio Freitas2 min de leitura
    Moraes pode usar inquérito contra Flávio para conter pressão por impeachment, diz coluna
    Imagem via Blog do BG

    O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), poderá usar o andamento da investigação que envolve o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o advogado Willer Tomaz para tentar conter a pressão por seu impeachment no Senado. A avaliação é da coluna de Igor Gadelha, do Metrópoles, repercutida pelo Blog do BG.

    Moraes é o relator do inquérito no STF, que apura suspeitas de lavagem de dinheiro por meio de casas de apostas envolvendo o senador e o advogado. Flávio reconhece publicamente ser amigo pessoal de Willer Tomaz.

    Segundo a coluna, aliados de Flávio e integrantes do governo Lula avaliam que o andamento do inquérito poderá influenciar a movimentação política em torno de um eventual processo de impeachment do ministro. As avaliações sobre uma possível estratégia de Moraes são atribuídas a interlocutores citados pelo colunista, e a coluna não apresenta comprovação de que o ministro esteja conduzindo a investigação com o objetivo de evitar o impeachment.

    Depois que Flávio perdeu a eleição presidencial para Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Moraes determinou que a Polícia Federal intimasse o senador a entregar seus passaportes. Dias antes, o ministro havia determinado a suspensão dos passaportes de Willer Tomaz.

    A coluna também aponta que a reeleição de Davi Alcolumbre (União-AP) à presidência do Senado, em 2027, seria um fator importante para os interesses políticos de Moraes diante da pressão por seu afastamento.

    • #Alexandre de Moraes
    • #bets
    • #Flávio Bolsonaro
    • #Senado
    • #STF

    Fonte: Blog do BG

  4. Opinião

    Cientistas veem reeleição de Lula como marco para Amazônia; Congresso será obstáculo

    Governo mantém a meta de zerar o desmatamento ilegal até 2030, mas terá de negociar com o Congresso conservador que toma posse em fevereiro.

    Grécio Freitas3 min de leitura
    Cientistas veem reeleição de Lula como marco para Amazônia; Congresso será obstáculo
    Imagem via Startupi

    A reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), confirmada nas urnas no domingo, foi interpretada por cientistas e ambientalistas como um marco para a proteção da Amazônia. Segundo o Startupi, em texto assinado por Ricardo Azevedo, o resultado também interessa aos setores da economia brasileira que dependem, direta ou indiretamente, da estabilidade climática proporcionada pela floresta.

    A publicação cita reportagem do jornal americano The New York Times segundo a qual o Brasil detém cerca de 60% da Amazônia e o desmatamento caiu a níveis historicamente baixos durante o governo Lula, graças ao reforço da fiscalização ambiental e a políticas de proteção e restauração.

    "O presidente Lula terá mais quatro anos para salvar a Amazônia", disse Carlos Nobre, professor de clima e sustentabilidade da Universidade de São Paulo (USP) e copresidente do Painel Científico para a Amazônia, grupo que reúne centenas de pesquisadores dedicados ao estudo da floresta. Para ele, é evidente que o presidente dará continuidade às políticas de proteção do bioma. Se o petista tivesse perdido, afirmou o cientista, isso "teria sido um ecocídio".

    O governo tem como meta acabar com o desmatamento ilegal até 2030 e apresentou um plano para restaurar grandes áreas de floresta. Nas negociações climáticas internacionais de 2023, o Brasil se comprometeu a reflorestar 6 milhões de hectares da Amazônia até 2030 e outros 18 milhões até 2050. Na avaliação do Startupi, o programa pode colocar o país na dianteira do mercado global de carbono e das cadeias produtivas sem desmatamento, cada vez mais exigidas pelos europeus.

    Cientistas alertam que, sem controle do desmatamento, a Amazônia pode passar a receber muito menos chuva e se transformar, já em 2050, de floresta densa em um ecossistema mais seco, semelhante a uma savana. A mudança também atingiria o agronegócio do Centro-Sul, que depende dos chamados "rios voadores" para a irrigação natural das lavouras.

    Do outro lado da disputa estava o senador Flávio Bolsonaro, que disse não acreditar que as mudanças climáticas sejam provocadas pelo homem e prometeu derrubar restrições à agropecuária e a outras atividades na Amazônia. Na campanha, ele declarou que "a melhor forma de tratar o tema ambiental é o que fizemos durante o governo Bolsonaro", em referência à gestão de seu pai, Jair Bolsonaro. Segundo o New York Times, nesse período o desmatamento aumentou, com a derrubada de mais de 17 mil milhas quadradas de floresta (cerca de 44 mil quilômetros quadrados).

    A liderança indígena mobilizada contra o candidato da direita também celebrou a vitória de Lula. "Precisamos escolher indivíduos que não vão destruir nossos direitos, que não vão destruir nossas florestas e que não vão causar o tipo de impacto que vem de todo esse discurso de outros políticos sobre terras raras e mineração ilegal", afirmou Alessandra Korap Munduruku, uma das líderes do povo Munduruku na bacia do rio Tapajós.

    O novo mandato, porém, começa em um momento de crescimento da direita no Legislativo. Em fevereiro, um Congresso Nacional conservador toma posse em Brasília, o que dificulta os planos da agenda ambiental do governo.

    Ainda assim, a eleição de Lula funciona como um "contrapeso" vital, segundo Christian Poirier, diretor de programas da Amazon Watch, organização que monitora a floresta. "O Congresso teria trabalhado em sintonia com Bolsonaro para desmontar essas salvaguardas", afirmou. Na leitura do Startupi, a proteção ambiental segue como política de Estado no Executivo, mas a capacidade de conduzir a agenda verde dependerá de acordos políticos, e a agenda ESG das empresas brasileiras continuará sob avaliação no exterior.

    • #Amazônia
    • #Eleições 2026
    • #Flávio Bolsonaro
    • #governo Lula
    • #Lula

    Fonte: Startupi

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