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  1. Esportes

    Cristiano Ronaldo é pré-convocado por Portugal para jogos da Nations League

    Ídolo da seleção portuguesa, o atacante aparece na lista preliminar após uma polêmica envolvendo Jesus.

    Grécio Freitas1 min de leitura
    Cristiano Ronaldo é pré-convocado por Portugal para jogos da Nations League
    Imagem via Metrópoles

    Cristiano Ronaldo está na pré-convocação da seleção de Portugal para os próximos compromissos da Nations League, segundo o Metrópoles.

    Ídolo da seleção portuguesa e do Real Madrid, o jogador foi incluído na lista preliminar depois de uma polêmica com Jesus.

    • #Cristiano Ronaldo
    • #Futebol
    • #Nations League
    • #Portugal

    Fonte: Metrópoles

  2. Polícia

    Moraes cancela passaportes de Flávio Bolsonaro e proíbe senador de deixar o país

    A decisão do ministro do STF foi tomada em inquérito sobre suspeita de lavagem de dinheiro envolvendo empresas do advogado Willer Tomaz e casas de apostas. O senador nega irregularidades.

    Grécio Freitas4 min de leitura
    Moraes cancela passaportes de Flávio Bolsonaro e proíbe senador de deixar o país

    O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o cancelamento dos passaportes brasileiros do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), inclusive o diplomático, e o proibiu de sair do país. Segundo o Agora RN, a decisão foi tomada na noite do domingo, 25, depois que o parlamentar perdeu a disputa pela Presidência da República.

    A decisão traz outras restrições. Flávio não pode manter contato com o advogado Willer Tomaz, que também é investigado no processo, e tem até 24 horas para entregar eventuais passaportes de outras nacionalidades. O inquérito apura suspeitas de lavagem de dinheiro em um esquema que envolveria empresas do advogado e casas de apostas.

    Na segunda-feira, 26, o senador publicou um vídeo nas redes sociais em que afirma ter sido intimado pela Polícia Federal (PF) depois de visitar o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo ele, a decisão de Moraes se baseou em uma declaração do irmão, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro.

    “E quando eu estava saindo, a Polícia Federal do Lula estava na porta da casa dele e, no meio da rua, eu fui intimado a entregar os meus passaportes e também estou proibido de deixar o país. A decisão do Alexandre de Moraes se baseou numa fala do Eduardo de 23/10 que eu deveria deixar o país se eu perdesse a eleição. Eu nunca falei isso”, disse Flávio.

    Na sexta-feira, 23, Eduardo afirmou em entrevista a um podcast nos Estados Unidos que o irmão deveria deixar o Brasil caso perdesse a eleição. Flávio e Willer Tomaz confirmam que são amigos, mas negam ser sócios e afirmam que não cometeram irregularidades.

    A investigação começou na primeira instância da Justiça Federal no Rio Grande do Sul, com a apuração de suspeitas de lavagem de dinheiro, evasão de divisas e uso de casas de apostas. Por causa do foro do senador, o caso foi encaminhado ao STF em 8 de outubro, e Moraes foi sorteado relator. O mandato de Flávio no Senado termina em janeiro de 2027.

    Em relatório, a PF afirma ter encontrado o nome do senador no cadastro de uma conta bancária da Alcazar Holdings, empresa ligada a Willer. “Na documentação relativa à abertura da conta bancária da empresa Alcazar Holdings, verificou-se que Flávio Bolsonaro figurava com perfil de usuário master, condição que, em princípio, lhe conferia nível elevado de acesso e gerenciamento da conta”, registrou a PF.

    Os investigadores citam ainda um e-mail de 22 de maio de 2025 que pedia a exclusão desse acesso. Para a polícia, o registro indica que o senador permaneceu vinculado à conta, ao menos operacionalmente, até aquela data.

    No armazenamento em nuvem (iCloud) do advogado, segundo o relatório, foram encontradas referências a festas, encontros e reuniões envolvendo os dois, além de documentos pessoais do senador. A PF também analisa viagens de Flávio custeadas pela Cathedral, outra empresa ligada a Willer, que tinha o mesmo endereço da Alcazar na Ilha da Madeira, em Portugal. Segundo a polícia, a Cathedral é dona da Best Bet, da Rede Loto, primeira casa de apostas habilitada a atuar no Rio de Janeiro, em 2023.

    Outro ponto do relatório é um jatinho. A Alcazar era proprietária de uma das três cotas do Legacy 650, prefixo PP-NLR, usado por Flávio e Willer em uma viagem de Fort Lauderdale, na Flórida, ao Brasil em janeiro de 2025. Na época, as outras cotas pertenciam a Laerte Cosentino, dono da Totvs, e ao banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, por meio da empresa Prime You, que também administrava a aeronave.

    Flávio também é investigado em outro inquérito da PF, que apura possíveis crimes relacionados ao financiamento do filme “Dark Horse”, sobre a trajetória de Jair Bolsonaro.

    Willer Tomaz, por sua vez, é suspeito de atuar na lavagem de recursos em uma investigação que envolve o senador Weverton Rocha (PDT-MA) e familiares dele. Em agosto, o advogado foi alvo de buscas e apreensões nesse caso, que apura movimentações financeiras e patrimoniais que, segundo os investigadores, podem ter sido usadas para ocultar recursos ligados ao parlamentar.

    • #Alexandre de Moraes
    • #Eleições 2026
    • #Flávio Bolsonaro
    • #Polícia Federal
    • #STF

    Fonte: Agora RN

  3. Big Techs

    Microsoft oferece demissão voluntária a cerca de 60 mil funcionários em quatro países

    O programa tem duração limitada, vale para equipes selecionadas do nível de vice-presidente para baixo e oferece benefícios parecidos com os de uma rescisão padrão.

    Grécio Freitas2 min de leitura
    Microsoft oferece demissão voluntária a cerca de 60 mil funcionários em quatro países
    Imagem via Startups

    A Microsoft está oferecendo um plano de demissão voluntária a cerca de 60 mil funcionários de equipes selecionadas nos Estados Unidos, no Canadá, na Índia e no Reino Unido, segundo o Business Insider, em informações reunidas pelo site Startups. O programa, chamado pela companhia de Voluntary Exit Offer (oferta de saída voluntária), abrange o equivalente a 27% da força de trabalho global da empresa, que tem cerca de 223 mil funcionários.

    Os funcionários receberam o anúncio nesta segunda-feira (26), em comunicado de Amy Coleman, diretora de pessoas da Microsoft. Ela afirmou que a iniciativa faz parte da forma como a empresa evolui sua abordagem de mudança, com “mais formas de os funcionários moldarem seu próximo capítulo”, em tradução livre. Segundo a executiva, a oferta permite que quem avalia um futuro fora da companhia faça essa transição agora, com apoio.

    Em post publicado em seu blog, a Microsoft informou que podem aderir funcionários das equipes participantes nos quatro países que estejam nos níveis 70 e inferiores. Reportagens da Bloomberg e do Business Insider descrevem esse grupo como os profissionais do nível de vice-presidente para baixo.

    Há versões diferentes sobre quais áreas participam. Segundo uma fonte ouvida pela Reuters, o programa abrange setores como experiências de IA, Copilot, finanças, recursos humanos, Xbox e Windows + Dispositivos, mas exclui unidades como marketing, negócios comerciais e segurança. Já o TechCrunch cita data centers, vendas e marketing entre as áreas que ficam de fora.

    De acordo com as reportagens, quem aceitar a proposta receberá benefícios semelhantes aos de um pacote de rescisão padrão. A Microsoft descreveu o programa como voluntário e de duração limitada, e disse que ele se baseia em experiências anteriores com um programa de aposentadoria voluntária. O prazo de adesão e os valores envolvidos não foram detalhados.

    Para o Startups, o novo programa é o mais recente esforço da empresa para reduzir custos e reorganizar sua força de trabalho em torno da inteligência artificial. Em abril, a Microsoft havia oferecido planos de saída voluntária a funcionários em idade de aposentadoria. Segundo o TechCrunch, mais de 30% dos cerca de 8.750 profissionais elegíveis aceitaram a proposta.

    Em julho, a companhia demitiu cerca de 4.800 funcionários, o equivalente a 2,1% de sua força de trabalho global. Na época, Coleman afirmou que os cortes faziam parte de uma transformação mais ampla. “Nosso negócio está mudando porque o mundo ao redor dele está mudando. A forma como a tecnologia é construída, implantada e usada está se transformando mais rápido do que em qualquer outro momento da minha passagem aqui”, disse.

    • #demissões
    • #inteligência artificial
    • #mercado de trabalho
    • #Microsoft

    Fonte: Startups

  4. Elétricos

    Geely anuncia recarga que leva bateria de carro elétrico de 10% a 70% em 4 minutos

    A tecnologia depende de um carregador de 2,2 MW, mais que o dobro da potência dos eletropostos da BYD, e a montadora ainda não disse quais modelos vão usá-la.

    Grécio Freitas2 min de leitura
    Geely anuncia recarga que leva bateria de carro elétrico de 10% a 70% em 4 minutos
    Imagem via g1 Carros

    A chinesa Geely anunciou nesta quarta-feira (23) uma nova tecnologia de bateria e carregamento para carros elétricos que leva a bateria de 10% a 70% em quatro minutos. A carga completa termina em 8 minutos e 40 segundos, segundo o g1 Carros.

    De acordo com a agência Reuters, esse desempenho depende de um carregador específico de 2,2 MW (2.200 kW). A potência é mais que o dobro da dos eletropostos de 1 MW da rival BYD, que prometeu instalar mil unidades desses carregadores no Brasil até 2027.

    Apesar da diferença de potência, o tempo de recarga é próximo. A BYD conclui a carga em pouco mais de nove minutos, e seu carregador ultrarrápido leva a bateria a 97% em 9 minutos.

    Como a operação envolve uma grande quantidade de energia, a Geely usa inteligência artificial instalada no próprio veículo. O sistema monitora parâmetros como a saúde da bateria e o controle térmico, além de tentar prever os riscos da recarga.

    A montadora não revelou quais carros vão receber esse tipo de carregamento. Na BYD, a recarga ultrarrápida está disponível apenas nos modelos da Denza, sua submarca de luxo. No Brasil, o Denza B5, modelo mais acessível dessa divisão, custa a partir de R$ 405.000.

    O elétrico mais barato da BYD no país, o Dolphin Mini, custa a partir de R$ 119.900 e suporta recarga de até 40 kW. Mesmo ligado a um eletroposto de 1.500 kW, ele recebe apenas a potência máxima que consegue suportar. Nessas condições, leva 30 minutos para chegar a 80% e mais de 50 minutos para completar a carga.

    Seja na BYD, na Geely ou em outra marca, uma recarga tão rápida exige que o carro tenha diversos componentes específicos, o que encarece o veículo. Entre eles estão sistemas de segurança reforçados para a bateria, o motor e o próprio carregador.

    • #BYD
    • #China
    • #inteligência artificial
    • #tecnologia automotiva
    • #veículos elétricos

    Fonte: g1 Carros

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